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25 de maio de 2014

Quem sou eu e quem é o outro?


O inconsciente é a maior parte do que somos. 

Sendo assim, quem somos nós?

E temos ainda a pretensão de achar que conhecemos o outro. 
Sabemos de nós o que se repete como um padrão de funcionamento. 
Nossos "Outros" são potenciais de existência e ação. 

E o outro quem é? 

Quem são estes outros? 

Quantas vezes nos surpreendemos pensando, sentindo e agindo de forma atípica? Somos nós também. Tão diferente que parece outro, o outro. 
Quanto melhor lidamos com estes outros, que também fazem parte do que somos, melhor podemos lidar com os outros fora de nós.

Por Marcelo Bhárreti.

20 de maio de 2014

Receita para criar filhos?



Não existe receita de bolo na criação de filhos. 
Considerando que a personalidade é resultado do encontro dinâmico entre a natureza e o meio, o que cabe aos pais é fazer o melhor possível. 
Penso este melhor como sendo a combinação equilibrada de amor e limite.
No mais, no que concerne, a evolução espiritual de cada um, somos todos responsáveis pelo que somos e nos tornamos. 
Pai e mãe são funções, no fundo somos todos irmãos e companheiros de viagem.

Por Marcelo Bhárreti.

19 de maio de 2014

Travesti sofre agressão sexual, física e moral dentro de ônibus em Aracaju (NOTÍCIA SENOTÍCIAS)

 (Foto: Maíra Ribeito / Sedhuc)
A estudante de psicologia Sofia Savero que é travesti estava indo para a faculdade em um ônibus do transporte público de Aracaju por volta das 18h30 da quinta-feira (15) e durante o percurso disse que sofreu agressão sexual, física e moral.
“O ônibus estava muito cheio e não percebi nenhuma movimentação estranha. Mas de repente percebi que um passageiro estava colocando a mão entre as minhas pernas. Gritei e pedi para ele parar. Todos ficaram surpresos e chocados com o assédio sexual. Imediatamente ele negou e até chorou, disse que eu estava desequilibrada, mas eu vi a mão dele”, recorda Sofia.
Neste momento outro passageiro percebeu que Sofia não é mulher.
“Eu estava nervosa e gritei com o agressor, os passageiros perceberam pela minha voz que não sou uma menina. Um deles gritou e me chamou de traveca, todos riram de mim e eu fiquei ainda mais humilhada”, conta emocionada.
Quando chegou perto da faculdade, este passageiro que chamou a vítima de ‘traveca’ continuou as agressões.
“Ele pegou uma faca e ameaçou me ferir. Eu disse para ele parar e lembrei que a câmera de segurança do ônibus estava funcionando. Ele guardou a faca mas me agrediu fisicamente. Me chutou e eu caí no chão na calçada da faculdade. Duas universitárias que também saíram do ônibus me ajudaram. Fiquei muito ofendida e machucada”, lamenta.
Em seguida Sofia registou um Boletim de Ocorrência na delegacia Plantonista em Aracaju e também pediu ajuda na Delegacia de Grupo de Vulneráveis.
“É importante denunciar os agressores para que a ação da polícia combata este tipo de crime. A travesti que se sentir agredida fisicamente ou moralmente deve registrar a ocorrência na Delegacia Plantonista e na Delegacia de Grupo de Vulneráveis, além disso deve pedir ajuda ao núcleo de políticas LGBT da Secretaria dos Direitos Humanos de Sergipe”, orienta a coordenadora do núcleo, Lohanna dos Santos.
Sofia descreve os agressores. “O primeiro passageiro que me agrediu sexualmente tem entre 27 e 30 anos, é negro, tem cerca de 1,60 m e cabelo curto. O outro tem cerca de 23 anos, é alto, tem 1,80 m, usa bigode e é moreno. Os dois usavam farda de trabalho, eles podem ser pedreiros ou trabalham na área da construção civil. Acredito que estava voltando do trabalho neste horário”, finaliza.
Com informações de Fredson Navarro do G1SE
Fonte: http://senoticias.com.br/se/?p=64233