30 de dezembro de 2009

IMAGINE: A DIVERSIDADE INTEGRADA É POSSÍVEL...

IMAGINE
(Jonh Lennon)

Imagine que não existe paraíso
É fácil se você tentar
Nenhum inferno abaixo de nós
E acima apenas o céu
Imagine todas as pessoas
Vivendo para o hoje

Imagine não existir países
Não é difícil de fazê-lo
Nada pelo que lutar ou morrer
E nenhuma religião

Talvez você diga que eu sou um sonhador
Mas não sou o único
Desejo que um dia você se junte a nós
E o mundo, então, será como um só

Imagine não existir posses
Surpreenderia-me se você conseguisse
Sem necessidades e fome
Uma irmandade humana

Imagine todas as pessoas
Compartilhando o mundo

Talvez você diga que eu sou um sonhador
Mas não sou o único
Desejo que um dia você se junte a nós
E o mundo, então, será como um só

Jonh Lennon imaginou



Ele estava certo, este é um sonho possível

Feliz 2010!

UM SOM






Um som.
O silêncio.
Uma música para ouvir.
Um livro para ler.
Um alguém para se envolver e se preocupar.
Um amor.
Um alguém para conversar e filosof-AR.
Respirar.
Pensar.
Sentir.




Um som.
É tempo de silêncio e solidão.
É tempo de desilusão e descrença.
Os outros são outros que não são os mesmos.
Os mesmos são outros modificados.


O pássaro voa,
Mas será que ele é livre?


Liberdade.
Livre.
Liberto.


O pássaro gostaria de ser livre,
Mas está preso a sua condição
De ir e vir.
Preso aos desígnios do Ser e Estar
Num mundo repleto de normas, regras, condicionamentos.


Um som
O existir.


Um som
O viver.


Um som
O sorriso de quem rir.

29 de dezembro de 2009

Poesia para o Natal do Ano Novo




Quando muito se deseja o desejo é desejado
Quando muita fé Ele tinha
Viver não parecia um calvário.
Quando um dia
Pararmos e olhamos para trás
O futuro já vai ter acontecido e o tempo esvaído
O olhar pra trás é lembrar o passado
O que passou é refletir.
Olhar
Para
Trás
Passado.
Tempo vivido.
Hoje!
Estou aqui-e-agora
E estou em diversos lugares.
O passado me remete ao presente e me faz pensar sobre o futuro
FUTURO!
Como será que será?
Um sopro no espaço.
TEMPO.
As quatro estações do ano.
O som da vida.
Música.
Para ouvir e ser digerida, degustada.
Manga.
Uva.
Fruta.




José de Oliveira Júnior!

27 de dezembro de 2009

ENFOQUES POSSÍVEIS PARA UMA FESTA - CONVERSA DE NATAL

O DERRADEIRO NATAL 2


O QUE PARA MIM É O "MANEIRO" DO NATAL

E AÍ COMO O NATAL SE FOI?

- A ceia estava farta. Muita comida e bebida. Cerveja? Whisky?
AH!! Meu velho tinha de tudo. Além do que o repertório foi maravilhoso:
Bruno e Marronei, Cláudinha Leite, Calcinha Preta, Várias músicas de Axé, rolou Forró, Rock
Ah...foi excelente antes da ceia a vó lá pediu para a gente dar as mãos e fazer um oração.

- É minha tia também fez lá uma parada meia noite para o pessoal dar as mãos e cantar. Eu e uns primos nesta ora ficamos de
rolé...só uns nerds da família e os "esquisitos" ficaram.

- Por falar em esquisito, n, na minha fesa, ou menor tinha uns tios, um amigos, umas amigas, uns colegas e uma parte da parentada (tinham os "chatos" também)
Depois lá da festinha meio familiar eu, uns primos e uns chegados fomos parar
numa festa "meio rave, meio batidão de boate" foi em um clube.


Cheguei 10horas do dia 25, acordei 3 da tarde meu pai, minha mãe e meus irmãos tinham saído. Olhei para a roupa que
usei e lembrei de que tinha ficado de ligar para uma guria que peguei por volta das 4h30. Mas com a cabeça meio rodando
não tava com muita paciência. Afinal no dia 26 vou trabalhar e ai vou ter de acordar cedo, etc... A mina disse que se eu
ligasse tinha uma festinha duns amigos para ir mais "água" iria rolar até o dia 26 de manhã.

Como vcs podem notar o Natal de Cláudio e Henrique não foi muito diferente do fins de semana de noitada. Então que significado tem esta comemoração para eles? QUAL A DIFERENÇA DA PERSPECTIVA APRESENTADA NO VÍDEO PARA A DELES?



24 de dezembro de 2009

COMO CHEGAR AO DEFINITIVO NATAL



Aceitar que somos humanos, estamos em processo de transformação. Aprender, vivenciar e partilhar o ensinamento do Cristo: o Amor. Eis o nosso desafio diário! Para isso temos de assumir e integrar o nosso animal ao nosso humano que deverá, como foi dito no vídeo, transmutar-se futuramente em Anjo.
Lembremos das palavras de Jesus, pelo evangelho de João:

Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai.


22 de dezembro de 2009

NATAL LEMBRA O QUÊ MESMO?

Experimente fazer esta pergunta a uma criança. Eu fiz, mas não foi diferente da resposta de alguns adultos: "Papai Noel".

Mas, de quem é mesmo o natalício comemorado?

Seria o do Papai Noel?
Não, não...Talvez seja o nascimento do comércio!Não!?

Então é o nascimento de quem mesmo?

25 de Dezembro é uma data escolhida pelos Cristãos para se comemorar o nascimento de Jesus, filho de Maria e 'José', na cidade de Belém da Judéia. Também denominado de Jesus de Nazaré, por ter vivido, predominantemente em Nazaré. O nascimento que marcou a história hebraíca e deu início ao surgimento de uma nova ordem religiosa, o cristianismo.

Em sentido etimológico, a palavra natal vem do latin natalis, relativo a nascimento.

Se natal é relativo a nascimento, e especificamente ao nascimento de Jesus Cristo, por quê então se frisa tanto a figura do Papai Noel?

Por quê o Papai Noel tornou-se o maior símbolo do natal de Jesus?


Pare um pouquinho e reflita sobre esta questão!

Permita-se desprender da convencional troca de presentes, tão estimulado nesta época pelo comércio e pense um pouquinho mais em como você pode se doar ao outro sem expctar em receber nada em troca...

Talvez você se estimule a fazer isto mais vezes, quando perceber a sensação de paz interior, que isso pode lhe trazer...

E quanto a árvore de natal? Vamos avaliar os frutos que nossa árvore têm dado e pensar como podemos cuidar melhor dela, para que possamos oferecer frutos melhores...

O quê precisa nascer em nós?
Quê ciclo já terminou e exitamos em fazer o luto necessário para deixar a vida fluir?

Independente de sua crença religiosa, ou até mesmo se você não tem uma, o natal pode ser um momento de reflexão para o nascimento de novos valores, novos paradigmas...

Jesus nasceu na simplicidade de uma manjedora e em Belém, que em árabe quer dizer casa da carne e em hebraíco casa do pão. De uma forma ou de outra o termo quer dizer fonte de alimento.

Fazendo uma analogia, Jesus nasceu da simplicidade mas, mexeu em questões complexas como "amar os inimigos e perdoar as ofensas". Nasceu em Belém, fonte de alimento. O que pode nos levar considerá-lo como fonte de alimento da alma, quando consideramos os frutos de sua árvore.


Dê-se o presente da reflexão além do convencional e permita-se celebrar o nascimento de seu Cristo Interior.


FELIZ NATAL!

Marcelo Bhárreti

21 de dezembro de 2009

EGOS (Coletivo / Individual) - A quê voz ouvir?

De quantos Egos podemos falar? A que voz devo ouvir?

Uma pergunta meio esquisita não acham?

Mas este pode ser um diálogo, em nível inconsciente que travamos com nós mesmos, e que pode estar servindo de base para nossa auto-definição.
Somos seres sociais por natureza. Temos a necessidade de pertencer a um grupo e dele ser aprovado e aceito. Uma necessidade social, que se associa a outra - a necessidade de sobrevivência da espécie (física/emocional).

A família é o primeiro grupo do qual tomamos contato e expectamos a satisfação de nossas necessidades. Depois estendemos esta busca pelo outro em outras formações grupais como a escola, o ciclo de amizades, etc.

Pelos sentidos, captamos os estímulos sensórios do ambiente, que chegam ao Sistema Nervoso Central como códigos, sendo-os decodificados em áreas específicas do encéfalo, que interpreta-os a partir dos mecanismos que envolvem memória e cognição.

Desde muito cedo, sendo estimulados por este ambiente e expectando a satisfação de nossas necessidades aos membros da mesma espécie, que também integram este mesmo ambiente, aprendemos a concentrar nossa atenção fora de nós mesmos tomando por referência o que é exposto, aceito e aprovado pela maioria.

É assim, que uma espécie de 'Eu Coletivo*' se forma e é esta voz, que o 'Ego Individual*' quando muito imaturo e alheio a própria Essência ouve e se baseia para constituir-se e se definir como pessoa.

Mas e as outras vozes que eu escuto?
Estaria louco?

A voz da razão, a voz do coração, a voz da vontade, a voz da conveniência, a voz do ideal...

Quantas vozes são essas?

Com o tempo e a maturidade, que nem sempre estão associados em uma relação direta, apredemos a distinguí-las e valorizá-las, segundo as reais necessidades, àquelas que não correspondem aos caprichos dos 'Egos', mas a partir da transcedência deste, no atendimento daquilo que é essencial ao patrimônio imaterial do ser - o espírito.

É quando não permitimos a supremacia de apenas uma voz, mas ao conselho delas, que deve perceber quando, como, porque e para quê agir.

Marcelo Bhárreti.

*NOTA DO AUTOR: O texto não tem pretensões científicas, por isso utiliza alguns termos de forma livre, sem o compromisso com a terminologia clássica acadêmica. Como visto em:'Eu/Ego Coletivo'e 'Ego Individual'.

17 de dezembro de 2009

O OUTRO

Eu não sou
Nem sou outro
Sou qualquer coisa
De intermédio
Pilar
Da ponte de tédio
Que vai de mim para o outro

Mário de Sá
Carneiro, contemporâneo de Fernando Pessoa musicado por Adriana Calcanhotto

QUEM É O OUTRO?

No processo de construção da identidade, que se dá desde a infância se intensificando na adolescência, o OUTRO não é apenas o "não-eu", mas aquele a quem eu não me identifico, pelo menos conscientemente.

Às vezes o OUTRO se configura como uma ameaça ao meu 'Eu' ferindo o meu 'EGO'. Ameaça pelo menos simbólica.

Percebe-se, nestes casos, um 'EGO' imaturo e às vezes patológico. Buscando a auto-afirmação para impor poder. Hierarquizando a diferença e atribuindo-lhe valores.

Em nível mais leve de imaturidade enquadram-se os preconceitos, representados pela atribuição de termos pejorativos e comportamentos discriminatório em relação ao 'OUTRO'.

Entretanto, em nível mais acentuado de imaturidade, enquadram-se as diversas patologias clínicas, representadas pela intolerância extrema às diferenças e o desejo de extermínio dos 'OUTROS'. Estes comportamentos podem ser observados em homofóbicos, psicopatas e sociopatas.

Por que precisamos hierarquizar a diferença, diminuindo ou atacando o 'OUTRO' para perceber valor em nossos aspectos característicos?

Por que sinto o 'OUTRO' como uma ameaça a minha auto-imagem e consequentemente a minha auto-estima?

Será que aprendendo a estimar meus aspectos característicos minha auto-imagem estaria tão ameaçada assim pelo 'OUTRO'?

Quem sabe nos percebendo não como seres 'estáticos e cristalizados', mas como seres humanos em processo contínuo de transformação e desenvolvimento?

E você o que acha?

Quem é o OUTRO para você?

Será que acolhendo os nossos aspectos percebidos, a priori, como "defeitos", aqueles mesmos aspectos 'primitivos e instintais' que subsajem na inconsciência, reprimidos e sufocados pelo 'EGO', configurados como sombras psicológicas e que frequentemente projetamos e atacamos no 'OUTRO', não seria um caminho possível?
Quem sabe buscando o auto-conhecimento de alguma maneira?
Psicoterapia quem sabe e por que não?

O 'OUTRO' é o outro e basta.

Diferente porque é singular, ou seja, tem características que lhe são próprias. Nem maior nem menor do que eu e você.

Semelhante, porque é humano, porque está no mesmo planeta, na mesma galáxia, no mesmo universo que eu e você.

Acredito no 'somos-estamos', porque o universo em suas diversas dimensões de existência é movimento. Integramos esta dinâmica e somos, como já dizia o gênio Raul Seixas, "esta metamorfose ambulante".

Quem é o OUTRO?

Não sei, quem sou eu mesmo?

*NOTA DO AUTOR: O texto não tem pretensões científicas, por isso utiliza alguns termos de forma livre, sem o compromisso com a terminologia clássica acadêmica.

15 de dezembro de 2009

EGO x OUTRO


Uma das perguntas mais difíceis de se responder é: Quem sou eu?
Geralmente costumamos dar resposta do tipo: "Eu sou psicólogo"; "Eu sou estudante"; "Eu sou camelô"...
Ou ainda "Sou rico"; "Sou pobre"; "Sou uma pessoa boa"...

Estas são respostas que falam de um ou outro aspecto nosso, como nossa profissão, nossa condição financeira, ou ainda, aspectos subjetivos de nossa auto-imagem. São resposta`dada pelo 'Ego' e certamente não dão conta de toda nossa essência.

O termo 'Ego', etimologicamente vem do latim e significa eu. Em psicologia o Ego pode ser compreendido de diversas maneiras, mas o que existe em comum entre elas é a idéia da representação auto-perceptiva consciente do ser.


Numa abordagem Jungana o Ego é um complexo que reúne a identidade consciente do indivíduo, mas que não corresponde ao ser total, que é o Self, ou Si-mesmo, que compreende consciente-inconciente.

O Ego jungano, é formado a partir do desdobramento do Self que polariza dois centros do ser: consciente e incosciente. O consciente recebe fluxo vital do inconsciente que transforma instinto em imagens.

Na infância o inconsciente ainda prevalece em relação ao consciente, por isso que o instinto prevalece no comportamento da criança e é manifestado de forma mais espontânea do que no adulto.

O bebê em seus primeiros momentos de vida não se vê dissociado de sua genitora, como também não se percebe dissociado do ambiente. O mundo é uma extensão dele mesmo.

Aos poucos, no processo de formação do 'Ego' tudo pertence a ele, já que o mundo gira em torno dele - Egocentrismo.

Entretanto, no constante contato com o meio social, a criança percebe as regras sociais, condições para o seu estabelecimento no mundo exterior. De forma intuitiva conecta com o instinto de sobrevivência e tenta se adaptar a realidade exterior.

O inconsciente fornece conteúdo instintais em forma de imagens, que pode ou não a priori torna-se consciente.

Tentando mediar o mundo interior com o exterior o Ego seleciona o que pode ou não torna-se perceptível socialmente a sua personalidade. Esta seleção leva em conta aquilo que é aprovado socialmente.

Os aspectos indesejados ficam reprimidos no insconsciente, o que demanda energia para isso. Acontece que estes conteúdos tornados sombrios na personalidade também possuem energia e mantém sentido de fluxo oposto ao que lhe retém inconsciente.

A tensão é diminuída quando esta energia é liberada de alguma maneira.
Os sonhos é um dos mecanismos de liberação de conteúdos inconscientes.
A projeção também. Ou seja, exteriorização dos aspectos sombrios sob forma de transferência para o ambiente, direcionado a pessoas, situações e objetos.

Onde o OUTRO entra nesta história?

Muitos aspectos que percebemos no OUTRO corresponde a projeções, principalmente aqueles que mais incomodam e que sistematicamente atacamos.

A percepção do mundo externo decorre da capacidade bio-psíquica de captar estímulos sensoriais e processá-los psiquicamente.

Logo a percepção da realidade exterior depende da realidade interior e da forma singular de processamento desta.

A auto-imagem corresponde a uma dinâmica singular que intercruza mundos.
Do mesmo modo, depende desta dinâmica, a forma como percebemos o OUTRO.

Quem não já se sentiu incomodado na presença de alguém sem motivo aparente?

É bem possível que o OUTRO, mesmo sem saber, esteja estimulando o seu olhar para dentro.

Não é que o OUTRO não possua determinados aspectos, mas é a dimensão aversiva manifestada,diante destes que podem sinalizar os aspectos sombrios de sua personalidade.

Alguém pode não aprovar a desonestidade, por exemplo, e por isso não se comporta de tal forma. Ao estar diante de um fato pode demonstrar a sua desaprovação.

Mas, pode também, em caso de projeção egoíca, diante do fato atacar o OUTRO desonesto desejando eliminá-lo, exterminá-lo, já que no âmbito interior não consegue fazê-lo. O OUTRO neste caso é uma projeção de sua sombra psicológica.

Os casos de homofobia também podem está ligados a projeção psicológica.
O medo aversivo a homossexuais manifestado em violência física ou simbólica pode ter como raiz a não aceitação da própria sexualidade em sua essência.

O que não é aceito pelo 'Ego Coletivo*' torna-se indesejável pelo 'Ego Individual*', assim cria-se termos pejorativos, 'brincadeiras cínicas' que desmerecem a imagem do OUTRO, que não se enquadra ao perfil aceito do 'Ego Coletivo'.

É quando, ao olhar mais atento, o expositor alheio se expõe.
No embate EGO x OUTRO o primeiro projeta-se no segundo e desnuda-se.

Quanto mais maduros estamos significa que o Ego está funcionando em funcção do Self, ou seja, está acolhendo e permitindo que os aspectos inconsciente torne-se conscientes e sejam aprimorados tornando-se amadurecidos e integrados a personalidade.

Diminui-se as projeções e potencializa-se os processos de auto-aceitação e de aceitação do outro.

A resposta a pergunta 'Quem sou eu?' não é dada mais pelo EGO, mas pelo Self - o Si-mesmo, que integra aspectos consciente e inconsciente do Ser, que compreendem a própria essência.

*NOTA DO AUTOR: O texto não tem pretensões científicas, por isso utiliza alguns termos de forma livre, sem o compromisso com a terminologia clássica acadêmica. Como visto em "Ego Coletivo" e "Ego Individual".

COMO VOCÊ EXPRESSA A AFETIVIDADE PODE MUDAR O MUNDO


E AÍ TA FAZENDO O QUE COM SUA AFETIVIDADE? TRANSFORMANDO SUA VIDA E O SEU REDOR EM UM PEDACINHO DO VILAREJO...QUE BOM... E TÁ CONSEGUINDO SER FORTE E TÁ LEVANDO ESTES COMPORTAMENTOS PARA A CIDADE! NOSSA QUE CORAGEM! ENFRENTANDO UMA "MARÉ" DE PENSAMENTOS E SISTEMAS DE COMPORTAMENTO QUE TENTAM NÃO TRAZER O VILAREJO PARA NOSSO COTIDIANO!!!

VOCÊ AI...DESISITIU DO VILAREJO? AH...VOCÊ ACHA ISSO UTOPIA! ACHA QUE A VIDA REAL MOSTRA O CONTRÁRIO! ISSO SÓ EXISTE NA CABEÇA DA MARISA MONTE! AH..É...É ASSIM QUE VOCÊ LEVA A VIDA...OH...QUE VIDA DEVE SER A SUA NESSA "SELVA DE PEDRA"!! COITADINHO VAI PASSAR OS DIAS COMO VÍTIMA COMBATENDO OS INIMIGOS EXTERNOS!!
TENTANDO PROVAR QUE É MELHOR, QUE É MAIOR...OH!! POIS É VOCÊ É TÃO COMUM E TÃO MENOS ESPERTO DO QUE IMAGINA!!!
LEIA AS POSTAGENS ABAIXO E REFLITA UM POUCO MAIS!



E VOCÊ JÁ PENSOU NISSO: O QUE VOCÊ FAZ COM SUA AFETIVIDADE PODE AJUDAR TRANSFORMAR O MUNDO!



Expressando a Afetividade


Como você expressa a sua afetividade?

Há quem expresse com palavras, com um toque, com um sorriso...Há que tenha dificuldade em se expressar, mas nem por isso não tenha afetos.

Como já dissemos aqui, a afetividade é um fenômeno psiquíco que se manifesta em forma de paixões, sentimentos e emoções. Acompanhada de sensações agradáveis ou não.

Acontece que de acordo a história de vida de cada um aprendemos a expressar nossa afetividade de formas diferentes. Assim, há também, quem tenha dificuldades em expressar qualquer coisa, ou pelo menos com os mesmos códigos subjetivos de expressão comum de afetividade.

Quando convivemos com uma pessoa de forma mais próxima aprendemos, com o tempo, a conhecer estes códigos. Cria-se uma codificação própria entre os afins, de modo que um simples olhar pode comunicar muita coisa.

Muitas vezes limitamos a nossa percepção e julgamos o outro pelo nosso próprio jeito de expressar afetividade.

É comum ver reclamações do tipo "você não me ama, porque se você me amasse você me diria". O fato de uma pessoa não verbalizar o que sente não significa necessariamente que esta pesssoa não sinta. Muitas vezes a expressão deste amor é manifestada em comportamentos como cuidado, zelo, atenção, entre outros.

A verbalização pode ser a expressão mais fácil para um e não para o outro. Quando exercitamos a ampliação de nosso prisma é possível compreender e perceber a diversidade de formas de expressão de afetividade.

Passamos assim, interagir melhor com o outro simplesmente por considerar que o outro é o outro com toda singularidade que lhe é própria.

Assim considere a possibilidade de estar sendo limitado em sua percepção.
Considere, também, as limitações do outro.

Expresse a sua afetividade como você pode e sabe mas não deixe de fazê-la se seu coração está pedindo.

11 de dezembro de 2009

QUERENDO ENTENDER A AFETIVIDADE ?


Somos afetivos por natureza!
A necessidade de afeto é intrínseco na espécie humana e se verifica ainda muito cedo, na relação uterina mãe-filho. Esta relação afetiva, naturalmente, tende a se estabelecer pós-parto.
Em alguns mamíferos perdura o tempo necessário para independência do filhote.

Nos seres humanos esta ligação perdura toda a vida, sendo estendida para outros seres e / ou coisas.

Assim, primariamente nos afetuamos por sobrevivência depois esta necessidade se complexifica transcedendo para uma necessidade psico-emocional-espiritual.

O afeto implica uma relação de troca subjetiva.
Não dá para dizer extamente o porque gostamos ou deixamos de gostar de algo ou alguém, mas sabemos que esta é uma relação de busca pela satisfação da representação-simbólica. A insatisfação gera o desafeto, percepção do desagrado.

A necessidade de afeto também se associa a outras necessidades, como a necessidade primária de segurança, que atende a sobrevivência.
Logo, uma relação de afeto genuína desperta a sensação de seguraça.

Devido esta mesma necessidade de segurança utilizamos, para tal, mecanismos de controle. Tentamos frustradamente objetivar os afetos racionalizando-os.

Dar para traduzir fielmente a afetividade em palavras?

Conseguimos limitadamente verbalizar o que sentimos, mas boa parte disto permanece apenas na linguagem do coração, do simbolismo intrduzível em verbo, mas manifestável e perceptível pela emoção, com reflexo psicosomático.

Tentando entender a afetividade?

Permita-se sentí-la!

9 de dezembro de 2009

Acolhendo os Afetos e Desafetos - TEMA DA SEMANA VIVÊNCIA DA AFETIVIDADE (08-14/12/2009)


Segundo o Dicionário Aurélio a palavra 'afetividade' é um substantivo feminino que denota:
"1. Qualidade ou caráter de afetivo [...]2. Psic. Conjunto de fenômenos psíquicos que se manifestam sob a forma de emoções, sentimentos e paixões, acompanhados sempre da impressão de dor ou prazer, de satisfação ou insatisfação, de agrado ou desagrado, de alegria ou tristeza.

Somos seres essencialmente sensíveis. E esta sensibilidade nos permite perceber o mundo em que interagimos.

A percepção é sempre algo muito singular, uma vez que corresponde a capacidade de captar estímulos do ambiente em suas múltiplas dimensões e interpretar conforme as experiências anteriores.

Logo, conforme percebemos a vida sentimo-la.
Não dá para mensurar isto. Não existe um 'sentimentometro', que possa quantificar isto, nem mesmo comparando a forma como cada um sente. Uma vez que o sentimento é uma experiência única e puramente subjetiva.

Se não dá para medir o sentimento de ninguém, então inventaram de qualificá-los atribuindo-lhes valores.
Mais uma tentativa de controle humano. Reflexo, acredito, da tentativa de buscar segurança. Medida de controle do "Ego Coletivo" ainda muito imaturo, muito limitado e temeroso diante 'daquilo' que ainda não pode compreender em suas múltiplas dimensões.

Assim qualificamos os sentimentos em bons e ruins não apenas pelas sensações que eles despertam, mas pelo critério do padrão sócio-histórico-cultural, que determina o que é aprovável ou desaprovável sentir.

O prejuízo de tudo isto é a diminuição da espontaneidade e o crescimento dos automatismos.

Eu devo sentir isto e não aquilo...Então eu penso que posso controlar o que sinto, quando na verdade eu reprimo, abafo e o torno sombra.

Mas então você me diria: Ah então agora vou ser espontâneo e me permitir sentir tudo, seguir o meu coração e fazer tudo o que ele determinar.


Uma coisa é exercitar a consciência daquilo que sentimos, buscando perceber as sensações despertadas, se agradáveis ou desagradáveis, se intensas ou amenas, outra coisa é permitir que estes sentimentos determinem o comportamento.

Os animais de outras espécies assim o fazem, mas convivem muito bem com os seus.
Nossa espécie é mais complexa. Temos a necessidade de viver em grupo e isto só é possível a partir do respeito a uma conduta que viabilize a integridade física e emocional da coletividade.

E onde fica a espontaneidade?

É um paradoxo!

Precisamos resgatar a nossa espontaneidade no sentir perdida paulatinamente devido a necessidade de aprovação social, mas precisamos desenvolver ao mesmo tempo a empatia, a capacidade de sentir e se colocar no lugar do outro, como forma de poder consciliar a nossa singularidade sem necessariamente comprometer a do outro.

A medida que acolhemos os nossos sentimentos, sejam eles quais forem, conquistamos saúde física e mental.
Ministrá-los, porém não é tarefa fácil. É um processo que demanda tempo, esforço e auto-conhecimento.Já alertava o filósofo Sócrates sobre a necessidade do auto-conhecimento para o crescimento humano.


Quando exercitamos este acolhimento em nós mesmos, desenvolvemos ao mesmo tempo a empatia e a indulgência.

Não confundam, entretanto, com permissividade. Deixar claro quais são os limites ao outro é uma responsabilidade consigo mesmo, além de uma oportunidade para este outro de perceber as consequências dos próprios atos.

Acolher os afetos e os desafetos é antes de tudo considerar a nossa condição de humanidade. O processo individual e coletivo de amadurecimento.

8 de dezembro de 2009

TEMA DA SEMANA - MUDANÇA




DO PIOR AO MELHOR II

Depois de sair com Gisele do cinema Adriana, bastante alegre, estava discutindo perspectivas otimistas relacionadas ao filme que acabaram de assistir:

-Ah Gi!!!! num achei não que a mensagem fosse tão catastrófica! Acho que eles colocaram uma perspectiva até de que Deus existe. Não importa dinheiro e não importa o quanto nos esforcemos para tentar controlar as coisas elas acontecem. Nós temos de nos esforçar para extrair o melhor e estar no contexto, ou como diria uma americana que eu li temos de estar no Fluxo! E viver a vida o mais inteiro possível, mesmo que as coisas pareçam verdadeiras tragédias. Importa estarmos seguros. Aí com segurança e plenitude até a morte parece “fichinha”. Esse negócio eu aprendi com minha avó Edna e também com meu amigo que eu te falei o Carlos.

Clique e continue lendo PARA SABER COMO ADRIANA CONHECEU JOSÉ E SABER O QUE ELA FARÁ AGORA QUE DESCOBRIU QUE É SOROPOSITIVA?




- Ai credo mulher!! Como a morte pode “parecer fichinha”? A morte minha filha é a tragédia é a treva!! Vc deixa de existir. E birutinha! deixar de existir deve ser Péeeeessimo! E depois é isso é muita morte nesse filme. Aliás é “morte de rodo” e o povo só partia em bando...credo eu fiquei toda arrepiada de pensar que isso pode ser verdade...

- Amiga se vai acontecer o que o filme disse ou não eu não sei mas, a gente deve estar preparada para a nossa hora c num acha? Eu mesmo às vezes também acho macabro pensar nisso, mas... sei que cedo ou tarde temos de pensar e mais do que isso encarar ela (a morte) e não sei se vai ser uma boa eu continuar empurrando com a barriga pensar..... ah? - ela levou um susto.

-O que foi menina? Que cara é essa? – perguntou Gisele
-C tá vendo o que eu to vendo? – Adriana com a cara espantadíssima chegou a ficar vermelha estava sentindo um misto de vergonha e êxtase.
- Onde? – Gi apertava os olhos e rodava a cabeça
-Ali no banco perto da loja de óculos.
-Eitha...Menina...danadinho não é que ele esperou a gente?
- E agora? Vamos dobrar aqui e sair lá pela frente- pedia Adriana com uma cara de súplica ela estava muito mais tomada por um desespero que pelo desejo da carne. Havia um componente neste turbilhão de emoções ligados a paixonite que apontava: isso não vai dar certo porque tem algo nele que lembra o Xandy.
- Ei..não. Vamos passar por ele. E eu não vou sair pela saída que fica do lado oposto que o meu carro tá!! Num vou arrodear o shopping para ir até meu carro porque um corpo lindo está afim de você – Gisele deu uma risada gostosa.
- Faça isso por mim vai. O que é que eu vou conversar com esse menino. Aff... e depois tem só um mês que eu e o Xandy ou melhor Alexandre Melo – Adriana fez um ar solene ao pronunciar o nome completo do ex, porque ele dizia que era um rapaz da altíssima sociedade - terminamos.
-Pois é e em um dia ele já estava desfilando com outra. Aliás ele nem precisou se separar de você para fazer isso!
-Mulher eu num acredito ele olhou. Ai, ai tá acenando e vem na nossa direção...eu quero gritar!!!!!!! Ai Gi...me ajuda eu to nervosa, to tremendo. Vou disfarçar, vou sorrir .

Com um sorriso estampado artificialmente Adriana falava com Gisele alguma coisa por entre os dentes que a amiga não entendia nada; de maneira que quando José chegou perto perguntou a Gisele:

- Que cara é essa? Parece que não está entendendo alguma coisa ou tá estranhando algo – José ao contrário de muitos rapazes de sua idade além de focar sua visão no que “deseja”, no caso Adriana, observa tudo que está ao redor de maneira que tenta fazer uma leitura se o contexto é o mais apropriado para certos tipos de conversas ou não. Ele gosta de se sentir à vontade e deixar a outra pessoa à vontade.

-É..bem foi o filme e Adriana tem um ponto de vista bem estranho sobre morte, tragédia...
-Ela tem medo da morte. E eu apesar de ter também acho que é um assunto sobre o qual temos de pensar, nos sentir seguros em nossa opinião e ir fazendo alguma coisa a este respeito...
-Interessante você dizer isso. Semana passada conheci na universidade um carinha que falava tanto sobre essas coisas acho que ele é espírita e ai eu até discuti com ele. Eu não acredito nessas coisas, mas até que da maneira que ele estava falando eu fiquei intrigado com algumas paradas que ele colocou relacionadas ao que a ciência pensa, o que alguns experimentos tem comprovado e lembrei de umas coisas que aconteceram comigo....
-Como assim...o que aconteceu com você?
-Eita...lá vou eu com minha boca grande...nada não aconteceu nada. Sem querer interromper o assunto, mas já interrompendo eu fiquei esperando vocês porque gostaria de convidá-las para ficarmos ali no restaurante japonês conversando até meu filme começar. Não é nada de obrigatório e eu quero também deixar claro que tudo é por minha conta e que gostaria muito de conversar mais com vocês, especialmente com você....- fez uma cara de interrogação sobre o nome e disparou: Adriana.
- Adriana. E seu nome mesmo não é? Foi assim que sua amiga te chamou
Gisele percebendo o clima que iria se instalar e como o ditado diz sem querer ser “castiçal” ou “segurar vela” disse: - Tá bom... então acho que só falto eu me apresentar meu nome é Gisele e eu vou ter de ir porque... – levou um beliscão enorme da amiga.

- Adriana e Gisele meu nome é o mais incomum da face da terra é tão difícil que alguns gostam de me chamar de Júnior. Mas eu prefiro o meu primeiro nome mesmo.

Eles agora caminhavam em direção a praça em que ficam alguns dos melhores restaurantes do shopping. Adriana já estava se sentido menos nervosa, mais confiante e se censurando menos. Já não estava tão preocupada se os outros iriam pensar que ela é uma menina fácil ou difícil. Já não estava preocupada se Alexandre saisse da loja e os visse andando juntos. Já não estava mais até com esperanças de voltar para Alexandre, aliás, aquele encontro estava abrindo uma nova perspectiva: ela já estava achando desnecessário lembrar que Alexandre existia. Interessada em saber mais sobre o rapaz perguntou:

- Mas qual é o seu primeiro nome mesmo? Juro que vou tentar pronunciar certo.
O rapaz deu uma gargalhada bem gostosa. As meninas se entre olharam e ele disparou:
-José!
As duas sorriram e continuaram caminhando com ele. Chegaram ao restaurante, conversaram umas duas horas mais ou menos até José ir assistir um filme sobre Lobisomens e vampiros que as meninas já haviam assistido. Trocaram telefone entre si marcaram para sair na sexta com mais amigos. José durante a conversa deixou bem explícito o seu fascínio por Adriana. Trocaram olhares e no final, depois de perguntar se podia abraçá-las, ele deu um beijo no rosto com um abraço bem apertado e prolongado em Adriana. Ele sempre se repreendia mas não conseguia deixar de abraçar as pessoas pensava consigo: Que maniazinha mais esquisita. As meninas podem pensar besteira!

Assim Adriana conheceu José. A partir de uma paquera casual em uma fila de cinema. Dois meses depois deste encontro eles viraram namorados. Quando ela foi fazer o exame de HIV, mentindo para José que estava fazendo exames de rotina – (“coisas de mulher” ela dizia) – precisando ver um caroço que estava nascendo no seio e para isso disse ser necessário fazer uma biópsia sentiu-se muito mal com tudo aquilo. Ao mesmo tempo sentia-se aliviada de só ter transado com José de camisinha e de não ser muito afoita e ter sido segura e não ir no ritimo dele, que já tinha, umas duas vezes, insinuado querer fazer sem proteção.
Um calor de raiva Adriana sentia quando pensava em uma transa que teve com Alexandre. Ninguém e nada tira da cabeça dela que ele descaradamente simulou que ia ver se a camisinha estourou – disse que não estourou – e tirou-a . Ela também, por sentir que não havia ocorrido ficou com a guarda baixa – ai ele voltou e continuou o ato, foi ai sim depois de um tempo que mesmo sem experiência sexual (já que aquela era a sua segunda transa) ela “sentiu” que ele estava sem proteção e permitiu que ainda continuasse por um bom tempo pois queria de alguma forma senti-lo. Como de repente em sua cabeça passou a idéia de que ela poderia ficar grávida ela parou muito inteligentemente beijando-o e passando a mão por ele até tocá-lo e sentir que realmente ele estava sem camisinha. Brigou com ele (pensou mais em fazer cena e reforçar o gesto para que ele não ousasse repetir nas próximas do que em se prevenir) depois fizeram as pazes e pediu para que ele colocasse outra camisinha e transaram. Ai ele ficou com cara de que saiu vitorioso e ela furiosa consigo mesma, porque não passou nenhuma lição para ele – apesar de ter reclamado. Lembrando do episódio ela realmente tinha mais raiva dela mesma.

Era dia 14 de outubro e estavam próximos da comemoração de 1 ano e seis meses de namoro. Com o exame na mão Adriana pensava: - Que presentão eu ganhei de Deus. Valeu viu!! Valeu mesmo. Tá vendo isso não existe não pode ser. Logo eu que só vacilei uma vez!! Isso é F......... E agora? Se eu falar que sou HIV positivo tudo vai mudar em nossa relação! Ele vai querer me ver longe, vai ser horrível!
Adriana sentiu-se só no mundo. Desprotegida, desamparada. Como falar isso para minha mãe? Como viver com isso?

TEMA DA SEMANA - MUDANÇAS




MELHORAR É UTOPIA?
TER UM MUNDO LIVRE DE MESQUINHARIA É UTOPIA?
TER PESSOAS VIVENDO EM FUNÇÃO DO DINHEIRO É UTOPIA?

O TEXTO FEITO PELO JÚNIOR NOS CONVIDA A UM RÁPIDO PASSEIO SOBRE MUDANÇAS NA FORMA DOS HOMENS OCIDENTAIS CONCEBER O MUNDO A PARTIR DE EVENTOS HISTÓRICOS E MUDANÇAS EM IDÉIAS E IDEAIS. AGORA UMA CRISE SE ABATE O QUE ELA REALMENTE É? QUE UTOPIAS ELA PODE DESPERTAR?
CLIQUE NO CONTINUE LENDO E VEJA!!

REIVENTANDO A ÚTOPIA

Com a Revolução Francesa que derrubou a aristocracia e impulsiona uma nascente burguesia e, com a Revolução Industrial que muda o sistema de relação trabalhista, social e cultural o mundo passa a ser gerido e gerenciado a partir de outra perspectiva no que diz respeito ao pensamento e a ação dos seres humanos e da natureza. Com o advento da sociedade moderna no século XVIII a sociedade passa por uma nova fase de sua existência e cresce pautada nas forças ocultas que faz do mundo o que ele é, e de seus indivíduos o que eles são: mesquinhos, egoístas e traiçoeiros. Um mundo vive uma crise no dias atuais. O ser humano vive uma crise nos dias atuais. O que provocou essa crise ? E que crise é essa que esta sempre sendo renovada quando nós já deveríamos ter superado? Que crise é essa que estamos sempre vivendo e reinventando?
A UTOPIA é um reino distante que mora nas mentes e nos corações de cada um de nós.



6 de dezembro de 2009

TEMA DA SEMANA - MUDANÇA



UM GESTO, UM OLHAR, UM EXAME. GERALMENTE ESPERAMOS POR GRANDES ACONTECIMENTOS PARA MUDARMOS. NÃO NOS DAMOS CONTA DE QUE CADA PEQUENO GESTO DO COTIDIANO NOS COLOCA EM ROTA PERMANENTE DE APRENDIZADO. E ESTE APRENDIZADO TEM UMA GRANDE RELAÇÃO COM MUDANÇA!!

NA HISTÓRIA A SEGUIR VAMOS TRABALHAR O TEMA DA SEMANA.

DO PIOR AO MELHOR I

Adriana e José caminhavam a passos lentos. Adriana tinha acabado de receber uma notícia nada agradável: seu exame de HIV deu positivo. E agora? Como contar para José?

Há 3 meses na porta do cinema aquele rapaz gentil havia sorrido para ela. Gentilmente, deixou-a ir até o caixa e comprar o ingresso antes dele. Isso aconteceu porque ela e sua amiga, Gisele, estavam atrasadíssimas e chegaram na fila super “esbaforidas” e tagarelantes com ares de deseperadas. Afinal, a sessão começava às 16h e já eram 16h07. Só... que... além da gentileza José ousou, com aqueles olhos verdes ma-ra-vilhosos, interromper seu trajeto e dizer que gostaria de vê-la novamente e que iria esperá-la sair do cinema. O rapaz avisou a Adriana que ia comprar ingresso para uma sessão bem depois só para conversar com ela.

TÁ CURIOSO....CONTINUA BASTA CLICAR EM CONTINUE LENDO



Bem, Adriana e Gisele acharam que o rapaz "tava viajando". Adriana até cofessou para a amiga:

- menina com um olho e um corpo d’aqueles eu até queria que fosse verdade que ele me esperasse. Mas imagina se hoje em dia alguém ia ficar prostrado esperando 2horas para conversar com outro alguém que mal conhece. Arriscar perder tempo por poder até levar um fora.

Gisele muito perspicaz:

- Então amiga porque não volta e marca algo com ele?

- Eu???? c tá doida? eu vou nada voltar e ele vai pensar o que? que eu sou mais fácil que sei lá o que?

- Ave Maria lá vem vc com essa de novo! Deixa pensar. Se ele pensar ele é quem perde ué...é bom que a máscara cai logo e você vê se a pessoa é ou não mais um Alexandre.

Alexandre foi o último namoradinho de Adriana. Um rapaz lindo. Corpo escultural, modelo, atualmente trabalhava como gerente em uma loja de óculos em um dos shoppings da cidade. O rapaz era um verdadeiro "devorador" ao ver Adriana com 1.85m, linda e maravilhosa, com apenas 17 aninhos. O caçador ficou "parado" na dela. Mas, o parado, era para devorá-la sexualmente e só. Depois ele fez o que fazia com todas as pessoas pela qual ele se atraía: enjoava e terminava. Alexandre acreditava que comer "arroz e feijão" todo dia enjoa. Como não se permitia sentir nada além, em termos sentimentais, cultuava nas relações o visual físico e era muito paparicado por homens e mulheres pela beleza: Alexandre foi crescendo se achando o "dono do mundo".
O rosto e o corpo do rapaz realmente eram sua beleza e a aparência em um mundo raso e apegado ao visual abria portas.
No fundo não era tanto pelo simples fato de querer ter alguém belo por perto. “Todos(as) queriam era deitar com o rapaz (consciente ou inconscientemente) e por isso eram gentis. Geralmente as pessoas mais autênticas de sua convivência ou as que gostavam dele como pessoa e não pela beleza ele as destratava ou achava que a pessoa era meio "estranha". Uma voz dentro dele o dizia que :
- Aquelas pessoas o faziam mal porque ficam com verdades desnecessárias e o incentivando a cuidar da cabeça e do coração.
Essa voz sempre aparecia quando ele encontrava com um colega. Gustavo trabalhava na mesma loja que ele. Os dois começaram juntos. Apesar de vender, 30% em média, a mais que Alexandre Gustavo não foi promovido a gerente. Ele ficou sendo sub-gerente. O moreno de olhos verdes e uma leve cicatriz acima da grossa sombrancelha direita; mesmo sendo um rapaz bonito não se deslumbrava. Tinha a atenção com todos os clientes e gostava de Alexandre como irmão. Mas não gostava muito de conversar ou manifestar esta afeição e nem falar sobre isso com o próprio porque uma vez quando disse em uma festa da loja:

- Olha eu te adimiro e te quero tanto bem Alexandre que você nem sabe. Não sei porque você é um cara que me desperta maior cuidado. Fiquei até meio chateado de você ter terminado com a Adriana. Sempre achei que ela te tratou bem, mas enfim
quero te dizer...

- Olha amiguinho você devia era estar feliz quem sabe esse corpinho que você tanto gosta, ou melhor... eu que você tem como irmão não pode tirar uma lasca de você? kkkkkkkkkkkkkk risos to brincando....mas como sou bonito devo despertar essa irmandade em você

O sangue de Gustavo ferveu...ele pensou em jogar o copo de vinho na cara de Alexandre. Mas ponderou, sentiu algo na cabeça acalmá-lo e pensou: se jogo ai é que vai consolidar uma ceninha mesmo. Apenas virou as costas e antes disse:

- Desculpa aí não sabia que você me via como marchant ou açougueiro. Deve ser pelo fato deu ser "viado". E não sabia que sua auto-estima era tão baixa!!

- Ei "colé"

- Fuiiiiiiiiiiiiii!!!!!

- Ei Gustavo!!!

Gustavo como gay sofria inúmeros preconceitos. Ainda se sentia marcado. Apesar de sorrir, de ser solicito, de estar pronto para ajudar as pessoas ele sempre lembrava da sua adolescência: os colegas o tratando como aberração e o pai o chutando para fora de casa


Adriana com um sorriso amarelo olhou para José e disse:

- Algumas coisas devem mudar entre nós.

- Como assim mozinho?

- Bem acho que vou ter de mudar comigo primeiro e depois falo direito com você.

- É o resultado dessas biópsicas você tá pirando com isso. Já te disse que tou do seu lado para tudo.

- Ei bonitinho não é biópsica é biópsia...risos...é isso mesmo mas não quero falar agora preciso amadurecer! Muitas coisas vão mudar (cheia de ansiedade, de desespero, com vontade de chorar e gritar. Adriana se segurava para interpretar a pessoa segura que estava recebendo o resultado de uma biópsia e não um exame de HIV). Bem vamos pro carro logo quero chegar em casa e tomar uma banho

- Ei...mas a gente não ia para o cinema?

- Preciso pensar gatinho....ficar sozinha como te disse esse resultado deve mudar muita coisa.

- Como você sabe se ainda nem mostrou pro médico?

- Coisa de mulher, eu sinto, sinto que tudo vai mudar!!!


QUE TIPO DE MUDANÇA VAI ACONTECER? O QUE ADRIANA PENSA? SERÁ QUE ELA VAI SEGURAR A ONDA?
E A VIDA SEXUAL DELA E JOSÉ? TRANSAVAM COM OU SEM CAMISINHA? COMO VAI FICAR ESSA HISTÓRIA?




3 de dezembro de 2009

ESCOLHA O PRÓXIMO TEMA!

Mais uma vez o diversidadeintegrada está pedindo a sua participação. O tema das próximas semanas vai ser definido a partir do desempenho da votação das temáticas que estão expostas na enquete site. Por falar em enquete...como algumas pessoas não votaram e manifestaram sua vontade de responder a pergunta sobre vida profissional estamos aproveitando e reabrindo a participação neste item.

Leia a postagem logo abaixo e curta o vídeo baseado na música de Zélia Duncan e reflita sobre como podemos fazer as coisas de diferentes formas. Talvez uma pequena e descomprometida mudança pode nos constituir um grande passo! nos levar aonde não imaginávamos chegar!

Bem contamos também com vocês para falarem de Mudança. Quem sabe esta proposta já não pode te dar uma outra perspectiva? Mude um pouco da sua rotina e escreva para nós! Vamos ter maior prazer de postar suas impressões sobre o tema da semana ou sobre qualquer outro assunto.

Lembrando que o diversidadeintegrada também está no Wordpress lá temos alguns temas aprofundados e outras notícias. Portanto acesse também o: diversidadeintegrada.wordpress.com


Equipe do diversidadeintegrada









2 de dezembro de 2009

TEMA DA SEMANA - MUDANÇA



Vamos falar de mudanças!! Mudanças profissionais, Mudanças de vida, Mudanças de Percurso, Mudanças de humor, Mudanças de Sexo, etc...
Mudar!! Mudar!
Mudar é necessário? Como mudar para melhor? como não se paralisar? como saber a hora de mudar? Como celebrar e se alegrar e aproveitar a oportunidade de cada vez mais estarmos em um mundo aberto à mudanças!


MUDANÇA


Sair do lugar
Movimentar
Ar
Respirar
Andar
Partir e Chegar
Viver, Sentir, Estar
Ser
Viver
Crescer
Continuar a caminhar
Sabendo que se quer
Chegar a algum lugar
Lugar
Mudar
Parar
Pensar
Viver e Deixar Viver
Como é bom
Caminhar....

por
José de Oliveira Júnior 01.12.2009 - Aracaju