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31 de outubro de 2009
TEMA DA SEMANA - "SERIA O SEXO EM SUAS VARIADAS MANIFESTAÇÕES SENTENCIADO AS TREVAS?" - ESPIRITUALIDADE E BISSEXUALIDADE (27.10 A 03.11)
Bem, o vídeo acima é a reprodução de um programa veiculado na extinta teve Tupi chamado de Pinga-Fongo, há exatos 37 anos uma telespectadora indagava sobre "homossexualismo". A resposta englobou a temática da sexualidade e de suas variações (incluindo a bissexualidade). A resposta de um líder espiritual do povo brasileiro que pregava paz, fraternidade e solidariedade em seus atos de vida; um grande médium, ser humano exemplar, sem dúvida uma alma nobre com serviços que sem dúvidas influenciaram multidões levando alegria e consolo a vários corações. Chico Xavier. Ser extraordinário e mundialmente conhecido (recebeu até a visita de cientistas da NASA que o "tomaram" como objeto de estudo)*. Assita o vídeo e se pergunte: O que Deus teria contra a bissexualidade? O que os homens teriam contra ela?
Tem pessoas que são bissexuais e nem por isso saem se agarrando com todo mundo. Enquanto alguns héteros saem fazendo sexo "a torto e a direito" com vários parceiros(as). Existe relação causal entre bissexualidade e promiscuidade?
A sexualidade humana é tema complexo. Durante anos sendo vista apenas como área reservada a reprodução. Muitos defensores de que o sexo é um mecanismo sagrado e que deve apenas ser voltado a procriação; ao contrário do que imaginam, acabam apenas ao limitar a resumir a condição humana ao ato sexual acaba por nos aproximar dos animais. Independente do uso desta ferramenta.
Este tipo de pensamento é muito perigoso pois consagra o exercício da sexualidade humana (seja hetero, gay ou bi) a algo muito obscuro e trevoso. Ao invés de nos impulsionar a usar esta força vital para ser usada como potencialidade e como instrumento para ter contato com nossas questões mais subjetivas e que nos levam a transcendência (esta capacidade de subjetivar nos diferencia muito dos animais)este tipo de raciocínio perpetrado por várias correntes religio filosóficas,trabalham com a repressão desse contato e a negação desta dimensão de vida como uma função humana fisiológica(é algo que beira a podridão, algo impuro e que só pode ser praticado mediante vários requisitos).
Assim para muitos não importa o que você faça em seu cotidiano. Se você auxilia pessoas, procura agir com ética, é solidário e companheiro, é filho amoroso, profissional dedicado...tudo isso vai e pode ir por água abaixo e ser desconsiderado se você tiver práticas afetivas e sexuais fora dos requisitos sociais (que ainda estão vigentes.
E aí vc é dos que acha que é capaz de descrever uma pessoa, o seu caráter e o modo de agir apenas sabendo qual a preferência sexual dela?
* VALE DESTACAR A RESPEITO DE CHICO XAVIER:
Foi um homem que apesar de tantas forças contrárias a realização de sua vocação,sendo inúmeras vezes apontado como ridículo ou mesmo acusado por pessoas que queriam impedi-lo em seu serviço.
Depois das considerações deste líder da espiritualidade, que demonstra nesta aparição pública (Programa Pinga-Fogo 1972), para nós hoje o que é ser uma pessoa à frente do seu tempo. Percebam como as considerações dele (que teve uma formação acadêmica limitadíssima) antecipam colocações sociológicas, psicológicas e antropológicas que vão começar a ser admitidas nas Universidade apenas décadas mais tarde e que até hoje sofrem extremo preconceito.
Que coragem! Que postura próxima realmente de um Cristão. Seguindo o exemplo do Cristo, segue sua fé e a essência do ensinamento de Amar o próximo como a si mesmo e defende diante de uma sociedade conservadora e ainda cheia de preconceitos os valores do coração imateriais e eternos aplicáveis a qualquer momento histórico.
30 de outubro de 2009
TEMA DA SEMANA - MASCULINO FEMININO - ESPIRITUALIDADE E BISSEXUALIDADE (27.10 A 03.11)
Bem, pegando o embalo de nossa reflexão anterior que nos trouxe Renato Russo... vamos a mais uma música que trabalha o conteúdo do tema da semana.
Pois é, já se perguntou porque a imagem mais difundida de Deus é masculina?
Espiritualidade é uma palavra feminina no nosso vernáculo. E aí ? Deus não é Amor?
o amor é uma palavra masculina. Mas estes sentimentos: amor, afetividade, espiritualidade...residem somente em corpos masculinos ou femininos ou são sentimentos comuns aos dois gêneros?
Se o amor reside nos dois gêneros e se Deus é amor...logo podemos dizer que Deus é Menina e Menino e que nós temos sentimentos de menina e menino independente da genitália que apresentamos. Afinal, se conseguimos perceber que sentimentos como o amor, felicidade, alegria, tristeza, etc... se manifestam em todos os seres humanos então temos de lidar com o masculino e o feminino que existe em nós(Acho importante referência para perceber elementos masculinos e femininos em todos nós os trabalhos do psicólogo Carl Gustav Iung que fala sobre a integração psicológica entre o masculino e feminino).
"SALVE SALVE A ALEGRIA, A PUREZA E A FANTASIA"
Continue a leitura e mate a saudade de pepeu cantando esta música no Rock in Rio I. 1985 e veja outras considerações!
Aos internautas que querem ter acesso a um conteúdo espiritual que trata deste tema da diversidade sexual fora de abordagens de culpa, expiação e condenação sugiro que acessem a mensagem que está no link:
http://www.saltoquantico.com.br/2003/05/26/puritanos-no-seculo-xxi/
Uma busca pelo site: www.saltoquantico.com.br poderá lançar muita luz sobre esta nossa reflexão
28 de outubro de 2009
Meninos e Meninas - Tema da Semana Espiritualidade e Bissexualidade (27/10 - 02/11/2009)

Renato Russo foi em vida e ainda é um grande representante das questões humanas.
Expressou através da música 'o complexo humano' traduzido em versos e em sentimentalidade.
Comunicou com a 'juventude' de todas as idades...todos aqueles que se encontraram, que se identificaram em algum momento com sua arte musical...
Proporcionou a reflexão de vários temas...
Não deu respostas...Mas estimulou o pensamento, o sentimento e a expressão...
Sensível, inteligente, autêntico, entre vários adjetivos merecidos para um dos maiores gênios da música brasileira.
Cantou o rock,o pop...cantou cordel, cantou a complexa essência humana sufocada, alienada, proporcionadamente necessitada de Espiritualidade.
Suas letras falam à alma...Quando não se apenas ouve, mas se sente a música.
Meninos e Meninas é uma música que pode falar sobre várias coisas...
Sobre a necessidade do ser-estar...
Sobre a necessidade do encontro com nós mesmos...
Sobre nossos múltiplos aspectos...
Sobre um aspecto comum do ser humano - a paradoxalidade.
Sobre a bissexualidade, ou quem sabe, sobre nosso lado masculino e feminino representado em nossa criança interior - menino / menina.
E para você?
SAGRADO OU PROFANO? Tema da Semana Espiritualidade e Bissexuallidade (27/10 - 02/11/2009)

SAGRADO OU PROFANO?
Quando o assunto é sexo parece não haver espaço para falar de outra coisa...
Falar sobre 'Espiritualidade' e 'sexo' ao mesmo tempo, parece um tanto desconfortante. Por que será?
Será que é porque temos tantos preconceitos em um tema e noutro?
Temas complexos exigem abertura para reflexão.
E quando o assunto é Bissexualidade?
Dá para misturar?

Parece que agora está ficando mais complexo nossa discussão.
Mas vamos lá!
O termo 'Espiritualidade' deriva de espírito, que etimologicamente vem do latim "spiritus", sinônimo de "respiração" ou "sopro". Atualmente é sinônimo de alma e / ou mente.
Consulte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Esp%C3%ADrito
Já o termo 'Bissexualidade' refere-se a orientação sexual, onde o índivíduo sente-se atraído e mantém relação afetivo-sexual com indivíduos do mesmo sexo e / ou do sexo oposto.
Quando falamos em 'Espiritualidade' podemos nos referir a religiosidade, mas também a tudo o que representa a essência humana.
A sexualidade faz parte desta essência e tem sua funcionalidade para o corpo e mente integrados.
Há teses que dizem que a maior parte da humanidade seja bissexual, porém o que é perceptível é a predominância da heterossexualidade.
É sabido, entretanto que a heterossexualidade é a sexualidade aceita socialmente. Logo qualquer indivíduo que manifeste orientação sexual diferente desta está sujeito a possíveis discriminações, mesmo em pleno século XXI.
É feita muita polêmica sobre o assunto, sobretudo nos meios religiosos.
Entretanto quando nos desvensilhamos de 'convenções' e conectamos com o essencial podemos perceber as coisas de uma perspectiva natural.
O sexo é nosso lado mais animal possível. Talvez por isso mesmo, que costumamos pensá-lo de forma imprópria,como impuro...Talvez por não aceitar a nossa condição animal. Animal da espécie humana, fruto da Criação Divina.
Sexo nos aproxima de nosso instinto e engloba todo o ser 'mente e corpo' integrados.
Percebido de forma natural pode aproximar a Criatura do Criador. E por que não?

A Bissexualidade é uma condição natural da sexualidade humana como qualquer outra.
O que a enféia são os nossos preconceitos, o que a torna inaceitável e proibido são as nossos valores, o que a torna 'PROFANA' são as nossas convenções que erroneamente justificamo-las ao Criador.
Sagrado ou Profano?
Marcelo Bhárreti
TEMA DA SEMANA - 07.10 A 03.11 - VENCEDORES

O diversidade integrada resolveu deixar para que vcs optassem entre os temas da enquete que foi ao ar de 20.10 a 26.10 e ai...aconteceu o inesperado. Com 50% dos votos os temas: Espiritualidade e Bissexualidade ganharam.
Bem esta grata surpresa nos desafia a desenvolver estes temas não só de maneira separada, tratando individualmente de cada um. O resultado nos estimula a falar de sexo e espiritualidade. Aparentemente distintos os dois temas se encontram e por vezes se fundem.
Durante muito tempo se difundiu a idéia de que a depender de como exercitamos nossa sexualidade poderemos ou não ter uma relação com Deus. Bem, há quem diga que isto até pode até ter um fundo de verdade... Mas o fato é que ter uma relação com o divino independe da necessidade ou do tipo de relação sexual que se estabelece. Bissexual, heterossexual ou homossexual todos podemos conversar e manter diálogos com Deus e frequentar cultos e escolas espirituais afinadas com esta nossa relação com o divino.
25 de outubro de 2009
FAMÍLIA DINOSSAURO X FAMÍLIA SHREK - Tema da Semana Família (20 - 27/10/2009)
Hoje estamos trazendo dois modelos de família:Um tradicional representado pela Família Dinossauro e outro Diferente representado pela Família Shrek.
Qual deles você está mais identificado?
O seriado norte-americano 'Família Dinossauro', também aprensetado aqui no Brasil nos anos 90, divertiu muita gente por criar identidade em suas representações de questões comuns familiares.
O modelo norte-americano de família representa o cotidiano de muitos lares, com seus amores e desabores, com seus valores novos e antigos, inclusive com o choque cultural entre gerações.
Modelo composto por pai / mãe juntos, um casal de filhos adolescentes, um baby e mais uma avô materna reunindo três gerações. Modelo comum e primário de família, mas que está deixando de ser o único possível.
Se deveríamos lamentar por isso? Acredito que não, mas repensar paradigmas, rever certos valores e tradições e pensar a inclusão de novas possibilidades.
Acredito que seja o momento de repensar determinados "padrões de família" que foram atuantes séculos sobre séculos, mas que excluíram, ignoraram, tornaram invisíveis indivíduos desejosos também de formarem e / ou de sentirem-se pertecentes plenamente a uma família, impedidos por estes mesmos valores e tradições só por ser diferentes do contexto geral.
No contexto atual podemos incluir novos paradigmas familiares.
É comum, há um certo tempo ver famílias composta por pais separados, onde há mãe e filhos e / ou pai e filhos.
Há porém novos modelos surgindo à medida que antigos valores são questionados.
Assim podemos ver famílias composta por duas mulheres e filhos e / ou dois homens e filhos... E por que não?
Acredito que o mais importante nisto tudo é a presença do amor. Este é o verdadeiro elo entre as pessoas. Capaz de integrar e incluir seres diferentes, mas que desejam e escolhem essencialmente estarem 'juntos e misturados' por laços consanguíneos ou não.
Esta é a Família Shrek. Qual é a sua?
Qual deles você está mais identificado?
O seriado norte-americano 'Família Dinossauro', também aprensetado aqui no Brasil nos anos 90, divertiu muita gente por criar identidade em suas representações de questões comuns familiares.
O modelo norte-americano de família representa o cotidiano de muitos lares, com seus amores e desabores, com seus valores novos e antigos, inclusive com o choque cultural entre gerações.
Modelo composto por pai / mãe juntos, um casal de filhos adolescentes, um baby e mais uma avô materna reunindo três gerações. Modelo comum e primário de família, mas que está deixando de ser o único possível.
Se deveríamos lamentar por isso? Acredito que não, mas repensar paradigmas, rever certos valores e tradições e pensar a inclusão de novas possibilidades.
Acredito que seja o momento de repensar determinados "padrões de família" que foram atuantes séculos sobre séculos, mas que excluíram, ignoraram, tornaram invisíveis indivíduos desejosos também de formarem e / ou de sentirem-se pertecentes plenamente a uma família, impedidos por estes mesmos valores e tradições só por ser diferentes do contexto geral.
No contexto atual podemos incluir novos paradigmas familiares.
É comum, há um certo tempo ver famílias composta por pais separados, onde há mãe e filhos e / ou pai e filhos.
Há porém novos modelos surgindo à medida que antigos valores são questionados.
Assim podemos ver famílias composta por duas mulheres e filhos e / ou dois homens e filhos... E por que não?
Acredito que o mais importante nisto tudo é a presença do amor. Este é o verdadeiro elo entre as pessoas. Capaz de integrar e incluir seres diferentes, mas que desejam e escolhem essencialmente estarem 'juntos e misturados' por laços consanguíneos ou não.
Esta é a Família Shrek. Qual é a sua?
24 de outubro de 2009
TEMA DA SEMANA (20.10 A 27.10) - FAMÍLIA
UMA POSSIBILIDADE DE RELAÇÃO FAMILIAR:
Quando amadurecemos nossos sentimentos e nos aceitamos como somos procuramos partilhar com quem amamos nossos desafios e soluções.
Quem bom seria que em nossas famílias dialogássemos mais. Que bom conversar com nossos pais e filhos sobre tudo. Que bom saber que mesmo que discordem de algumas condutas estão ali para nos dar apoio. Quem bom oferecer apoio aos nossos filhos e aos nossos pais e nos ver comos seres autônomos.
Não querer transformar nossos familiares em extensão de nós mesmos. Como isso é difícil!
Quando amadurecemos nossos sentimentos e nos aceitamos como somos procuramos partilhar com quem amamos nossos desafios e soluções.
Quem bom seria que em nossas famílias dialogássemos mais. Que bom conversar com nossos pais e filhos sobre tudo. Que bom saber que mesmo que discordem de algumas condutas estão ali para nos dar apoio. Quem bom oferecer apoio aos nossos filhos e aos nossos pais e nos ver comos seres autônomos.
Não querer transformar nossos familiares em extensão de nós mesmos. Como isso é difícil!
23 de outubro de 2009
TEMA DA SEMANA (20.10 A 27.10) - FAMÍLIA
UM TEMA POUCO ABORDADO E FALADO PELAS FAMÍLIAS:
SERÁ QUE UM IRMÃO, UMA TIA, UMA MÃE, UM PAI, OU MESMO VOCÊ OU EU NÃO PASSAMOS OU NÃO PODEMOS VER UM FILHO(A), UM SOBRINHO(A), UM ENTEADO(A)PASSAR DE ALGUMA FORMA PELA SITUAÇÃO ACIMA DESCRITA?
O QUE AS FAMÍLIAS GERALMENTE ENSINAM SOBRE COMO CADA PERSONAGEM REAGIR A ESTA SITUAÇÃO SOCIAL?
QUAL TERÁ SIDO O DESDOBRAMENTO? COMO A MENINA REAGIU? COMO O RAPAZ CONVIDADO A DANÇAR REAGIU?
SERÁ QUE UM IRMÃO, UMA TIA, UMA MÃE, UM PAI, OU MESMO VOCÊ OU EU NÃO PASSAMOS OU NÃO PODEMOS VER UM FILHO(A), UM SOBRINHO(A), UM ENTEADO(A)PASSAR DE ALGUMA FORMA PELA SITUAÇÃO ACIMA DESCRITA?
O QUE AS FAMÍLIAS GERALMENTE ENSINAM SOBRE COMO CADA PERSONAGEM REAGIR A ESTA SITUAÇÃO SOCIAL?
QUAL TERÁ SIDO O DESDOBRAMENTO? COMO A MENINA REAGIU? COMO O RAPAZ CONVIDADO A DANÇAR REAGIU?
22 de outubro de 2009
TEMA DA SEMANA (20.10 A 27.10) - FAMÍLIA
MAS AFINAL O QUE É A FAMÍLIA?
Na semana passada falamos da criança. E ai nos permitimos passear pelo mundo encantado ou conturbado de uma fase de nossa vida que está ligada a um período cronológico de tempo e amadurecimento de nosso corpo. Entedendo-se então que o ritimo de compreensão da vida nesta fase é muito diferente de outras fases.
Essa compreensão boba e simples de que a criança é um ser em formação(constatação que hoje parece óbvia) nem sempre foi assim. E este tipo de compreensão na história de nossa civilização é recente. Antigamente, a criança era vista como um "adulto" em miniatura; ou seja, pode fazer tudo que um adulto faz e até deve fazer tudo que o adulto faz!
O olhar em relação a criança vai mudando na medida que o olhar em relação a família vai se alterando. Então...o que é esta tão falada família. Afinal de contas o que determina este "sentimento" esta noção de família. É mesmo só o sangue e a genética?
e as sociedades e grupos humanos sempre se organizaram assim, tendo como pressupostos os laços sanguíneos?
Que outros tipos de laços podem ser estabelecidos? existe essa possibilidade?
Quantas vezes você vê em um amigo um irmão? Quantas pessoas que não nasceram da mesma mãe e do mesmo pai que você ou são seus primos, tias, ou parentes saguíneos que você adimira e gosta?
Muitas vezes convivemos em afinidades mais com quem não é da "família" co-sanguínea e aí? qual é a nossa verdadeira família?
Eu tenho que ser obrigado a gostar de todas as características do primo, do irmão, do pai e da mãe só porque somos parentes sanguíneos?
Pense sobre isso...
amanhã vamos olhar uma situação, na verdade um assunto de família pouco discutido e compreeendido!
HISTÓRICO
O termo “família” é derivado do latim “famulus”, que significa “escravo doméstico”. Este termo foi criado na Roma Antiga para designar um novo grupo social que surgiu entre as tribos latinas, ao serem introduzidas à agricultura e também escravidão legalizada.
No direito romano clássico a "família natural" cresce de importância - esta fámília é baseada no casamento e no vínculo de sangue. A família natural é o agrupamento constituído apenas dos cônjuges e de seus filhos. A família natural tem por base o casamento e as relações jurídicas dele resultantes, entre os cônjuges, e pais e filhos.[1] Se nesta época predominava uma estrutura familiar patriarcal em que um vasto leque de pessoas se encontrava sob a autoridade do mesmo chefe, nos tempos medievais (Idade Média), as pessoas começaram a estar ligadas por vínculos matrimoniais, formando novas famílias. Dessas novas famílias fazia também parte a descendência gerada que, assim, tinha duas famílias, a paterna e a materna.
Com a Revolução Francesa surgiram os casamentos laicos no Ocidente e, com a Revolução Industrial, tornaram-se frequentes os movimentos migratórios para cidades maiores, construídas em redor dos complexos industriais. Estas mudanças demográficas originaram o estreitamento dos laços familiares e as pequenas famílias, num cenário similar ao que existe hoje em dia. As mulheres saem de casa, integrando a população activa, e a educação dos filhos é partilhada com as escolas. Os idosos deixam também de poder contar com o apoio directo dos familiares nos moldes pré-Revoluções Francesa e Industrial, sendo entregues aos cuidados de instituições de assistência (cf. MOREIRA, 2001). Na altura, a família era definida como um “agregado doméstico (…) composto por pessoas unidas por vínculos de aliança, consanguinidade ou outros laços sociais, podendo ser restrita ou alargada” (MOREIRA, 2001, p. 22). Nesta definição, nota-se a ambiguidade motivada pela transição entre o período anterior às revoluções, representada pelas referências à família alargada, com a tendência reducionista que começava a instalar-se reflectida pelos vínculos de aliança matrimonial.
Na cultura ocidental, uma família é definida especificamente como um grupo de pessoas de mesmo sangue, ou unidas legalmente (como no casamento e na adoção). Muitos etnólogos argumentam que a noção de "sangue" como elemento de unificação familiar deve ser entendida metaforicamente; dizem que em muitas sociedades e culturas não-ocidentais a família é definida por outros conceitos que não "sangue". A família poderia assim se constituir de uma instituição normalizada por uma série de regulamentos de afiliação e aliança, aceitos pelos membros. Alguns destes regulamentos envolvem: a exogamia, a endogamia, o incesto, a monogamia, a poligamia, e a poliandria.
A família vem-se transformando através dos tempos, acompanhando as mudanças religiosas, económicas e sócio-culturais do contexto em que se encontram inseridas. Esta é um espaço sócio-cultural que deve ser continuamente renovado e reconstruído; o conceito de próximo encontra-se realizado mais que em outro espaço social qualquer, e deve ser visto como um espaço político de natureza criativa e inspiradora.
Assim, a família deverá ser encarada como um todo que integra contextos mais vastos como a comunidade em que se insere. De encontro a esta afirmação, [[JANOSIK e GREEN]], referem que a família é um “sistema de membros interdependentes que possuem dois atributos: comunidade dentro da família e interacção com outros membros” (STANHOPE, 1999, p. 492).
INFORMAÇÕES FORNECIDAS PELO: http://pt.wikipedia.org/wiki/Fam%C3%ADlia#Conceito_hist.C3.B3rico_de_fam.C3.ADlia (RECOMENDO QUE ACESSE PARA MAIS INFORMAÇÕES)
Na semana passada falamos da criança. E ai nos permitimos passear pelo mundo encantado ou conturbado de uma fase de nossa vida que está ligada a um período cronológico de tempo e amadurecimento de nosso corpo. Entedendo-se então que o ritimo de compreensão da vida nesta fase é muito diferente de outras fases.
Essa compreensão boba e simples de que a criança é um ser em formação(constatação que hoje parece óbvia) nem sempre foi assim. E este tipo de compreensão na história de nossa civilização é recente. Antigamente, a criança era vista como um "adulto" em miniatura; ou seja, pode fazer tudo que um adulto faz e até deve fazer tudo que o adulto faz!
O olhar em relação a criança vai mudando na medida que o olhar em relação a família vai se alterando. Então...o que é esta tão falada família. Afinal de contas o que determina este "sentimento" esta noção de família. É mesmo só o sangue e a genética?
e as sociedades e grupos humanos sempre se organizaram assim, tendo como pressupostos os laços sanguíneos?
Que outros tipos de laços podem ser estabelecidos? existe essa possibilidade?
Quantas vezes você vê em um amigo um irmão? Quantas pessoas que não nasceram da mesma mãe e do mesmo pai que você ou são seus primos, tias, ou parentes saguíneos que você adimira e gosta?
Muitas vezes convivemos em afinidades mais com quem não é da "família" co-sanguínea e aí? qual é a nossa verdadeira família?
Eu tenho que ser obrigado a gostar de todas as características do primo, do irmão, do pai e da mãe só porque somos parentes sanguíneos?
Pense sobre isso...
amanhã vamos olhar uma situação, na verdade um assunto de família pouco discutido e compreeendido!
HISTÓRICO
O termo “família” é derivado do latim “famulus”, que significa “escravo doméstico”. Este termo foi criado na Roma Antiga para designar um novo grupo social que surgiu entre as tribos latinas, ao serem introduzidas à agricultura e também escravidão legalizada.
No direito romano clássico a "família natural" cresce de importância - esta fámília é baseada no casamento e no vínculo de sangue. A família natural é o agrupamento constituído apenas dos cônjuges e de seus filhos. A família natural tem por base o casamento e as relações jurídicas dele resultantes, entre os cônjuges, e pais e filhos.[1] Se nesta época predominava uma estrutura familiar patriarcal em que um vasto leque de pessoas se encontrava sob a autoridade do mesmo chefe, nos tempos medievais (Idade Média), as pessoas começaram a estar ligadas por vínculos matrimoniais, formando novas famílias. Dessas novas famílias fazia também parte a descendência gerada que, assim, tinha duas famílias, a paterna e a materna.
Com a Revolução Francesa surgiram os casamentos laicos no Ocidente e, com a Revolução Industrial, tornaram-se frequentes os movimentos migratórios para cidades maiores, construídas em redor dos complexos industriais. Estas mudanças demográficas originaram o estreitamento dos laços familiares e as pequenas famílias, num cenário similar ao que existe hoje em dia. As mulheres saem de casa, integrando a população activa, e a educação dos filhos é partilhada com as escolas. Os idosos deixam também de poder contar com o apoio directo dos familiares nos moldes pré-Revoluções Francesa e Industrial, sendo entregues aos cuidados de instituições de assistência (cf. MOREIRA, 2001). Na altura, a família era definida como um “agregado doméstico (…) composto por pessoas unidas por vínculos de aliança, consanguinidade ou outros laços sociais, podendo ser restrita ou alargada” (MOREIRA, 2001, p. 22). Nesta definição, nota-se a ambiguidade motivada pela transição entre o período anterior às revoluções, representada pelas referências à família alargada, com a tendência reducionista que começava a instalar-se reflectida pelos vínculos de aliança matrimonial.
Na cultura ocidental, uma família é definida especificamente como um grupo de pessoas de mesmo sangue, ou unidas legalmente (como no casamento e na adoção). Muitos etnólogos argumentam que a noção de "sangue" como elemento de unificação familiar deve ser entendida metaforicamente; dizem que em muitas sociedades e culturas não-ocidentais a família é definida por outros conceitos que não "sangue". A família poderia assim se constituir de uma instituição normalizada por uma série de regulamentos de afiliação e aliança, aceitos pelos membros. Alguns destes regulamentos envolvem: a exogamia, a endogamia, o incesto, a monogamia, a poligamia, e a poliandria.
A família vem-se transformando através dos tempos, acompanhando as mudanças religiosas, económicas e sócio-culturais do contexto em que se encontram inseridas. Esta é um espaço sócio-cultural que deve ser continuamente renovado e reconstruído; o conceito de próximo encontra-se realizado mais que em outro espaço social qualquer, e deve ser visto como um espaço político de natureza criativa e inspiradora.
Assim, a família deverá ser encarada como um todo que integra contextos mais vastos como a comunidade em que se insere. De encontro a esta afirmação, [[JANOSIK e GREEN]], referem que a família é um “sistema de membros interdependentes que possuem dois atributos: comunidade dentro da família e interacção com outros membros” (STANHOPE, 1999, p. 492).
INFORMAÇÕES FORNECIDAS PELO: http://pt.wikipedia.org/wiki/Fam%C3%ADlia#Conceito_hist.C3.B3rico_de_fam.C3.ADlia (RECOMENDO QUE ACESSE PARA MAIS INFORMAÇÕES)
15 de outubro de 2009
CLIPE 03 - TERCEIRA CHAMADA...AQUARELA - Tema da Semana CRIANÇAS (13 - 19/10)
Vídeo postado por: IAMAFI
No endereço eletrônico: http://www.youtube.com/watch?v=UjRwuGsugdE&feature=related
COMPLEXO DE PETER PAN - Tema da Sema CRIANÇAS (13 - 19/10)
Esta semana propomos refletir CRIANÇAS. Propositalmente no plural para dar margem as diversas manifestações que esta criança pode apresentar em nossas experiências cotidiana.
É importante que percebamos a criança enquanto criança e não como um "vir a ser", respeitando o seu fluxo natural de desenvolvimento.
Mister se faz, também, que Adultos possam conectar sempre com sua "criança interior" como forma de tornar-se mais flexível, amável e humano.
Por outro lado, se é necessário ser criança quando "cronologicamente criança", necessário também se permitir a crescer, assumir maiores responsabilidades diante a vida, sem perder a doçura, o sorriso, a leveza de uma criança.
O COMPLEXO DE PETER PAN diz respeito a uma negação a condição de adulto, assim como pode ser percebido no personagem, que desejou ser eternamente criança permanecendo na "Terra do Nunca".
Em que extremo você se encontra: a) 'Negação da criança interior' ou b)'Complexo de Peter Pan'?
O senso comum, assim como as ciências sociais e humanas apontam para o "caminho do meio", em outras palavras, o ponto de equilíbrio entre um extremo e outro.
Onde anda nossa criança?
Cuidemos dela,respeitemo-la o seu espaço /tempo dentro de cada um de nós.
Confira o clipe e se encontre!
É importante que percebamos a criança enquanto criança e não como um "vir a ser", respeitando o seu fluxo natural de desenvolvimento.
Mister se faz, também, que Adultos possam conectar sempre com sua "criança interior" como forma de tornar-se mais flexível, amável e humano.
Por outro lado, se é necessário ser criança quando "cronologicamente criança", necessário também se permitir a crescer, assumir maiores responsabilidades diante a vida, sem perder a doçura, o sorriso, a leveza de uma criança.
O COMPLEXO DE PETER PAN diz respeito a uma negação a condição de adulto, assim como pode ser percebido no personagem, que desejou ser eternamente criança permanecendo na "Terra do Nunca".
Em que extremo você se encontra: a) 'Negação da criança interior' ou b)'Complexo de Peter Pan'?
O senso comum, assim como as ciências sociais e humanas apontam para o "caminho do meio", em outras palavras, o ponto de equilíbrio entre um extremo e outro.
Onde anda nossa criança?
Cuidemos dela,respeitemo-la o seu espaço /tempo dentro de cada um de nós.
Confira o clipe e se encontre!
14 de outubro de 2009
CLIPE 02 - 2ª CHAMADA... AMIGOS DO PEITO - Tema da Semana CRIANÇAS (13 - 19/10)
Video postado por:REPATAXU
No endereço eletrônico:http://www.youtube.com/watch?v=3Zmn1iQcSmo&feature=related
13 de outubro de 2009
O EXPRESSO POLAR - Encontro com a Criança Interior - Tema da Semana CRIANÇAS (13 - 19/10/2009)
O filme mostra a trajetória de crianças, que embarcam no Expresso Polar, rumo ao Polo Norte para o Grande Encontro com Papai Noel.
Assim, o protagonista do filme é encorajado a embarcar no trem, movido pelo desejo de acreditar na magia do natal.
Tendo que lidar com uma demasiada racionalidade precoce, que tanto o impecilhava à felicidade, conta com o auxílio de uma corajosa menina.
Podemos pensar o Expresso Polar como o veículo condutor a nossa 'Criança Interior' O Polo Norte é a representação desta criança - extremo oposto de nossa sisudez, inflexibilidade e racionalidade.
A menina representa a intuição, condutora da alma, que precisa ser ouvida...
A personagem auxilia os meninos no processo do desarme de seus "mecanismos de defesas egoícos" como forma de chegar ao destino final.
A música representa a 'chave de abertura' ao coração.
Assim quando nos percebermos sisudos demais, racionais demais, inflexíveis demais...Provavelmente estaremos polarizados.
A Psicologia Analítica nos alerta para o perigo dos extremos. Então pergunte-se: Onde está a minha Criança Interior?
Equilibre-se!
Embarque no Expresso Polar e vá ao outro polo de você mesmo e econtre-se com a sua Criança, permitindo-se a magia, ao sonho...
Embarcar!
CLIPE 01 - 1ª CHAMADA...BALÃO MÁGICO - Tema da Semana CRIANÇAS
Atenção Passageiros! Primeira Chamada para embarcar no BALÃO MÁGICO - Destino: O Mundo Encantado das Crianças de Todas as Idades...
Vídeo postado por AlexRodriguesSilva23 Acesse:http://www.youtube.com/watch?v=u7J8shV-1g8&feature=related
Vídeo postado por AlexRodriguesSilva23 Acesse:http://www.youtube.com/watch?v=u7J8shV-1g8&feature=related
12 de outubro de 2009
DO AMOR HOLLIWODEANO A OUTRAS FORMAS DE AMOR


*video extraído da seguinte usuária do youtube:http://www.youtube.com/user/Jacobzi
Olha...como os filmes de Hollywood nos "ensinam" o que é ser românticó? Existe espaço para amar alguém do mesmo sexo? existe na filosofia de "amor" dos filmes, que reflete um certo "concenso" do imaginário ocidental do casamento perfeito espaço para duas pessoa inteiras partilharem existências e experiências? Ou pelo modelos temos de necessariamente estarmos com o espírito dividido...perdidos em uma procura, em uma busca de alguém que nos complemente?
Querido amigo internauta, achar a "tampa da panela", a "outra metade" da laranja, a alma gêmea é motivo de consumir uma existência inteira nesta busca. Desta maneira muitos de nós passam boa parte da vida procurando em outro indivíduo, algo que falta em si. Esta idéia de que o outro ser humano, que deve ser nosso parceiro(a) afetiva e sexual detém "propriedades e características" que nos completarão é algo bastante alimentado no imaginário social. Os casais que aparecem na maior parte dos filmes de Hollywood (alguns clássicos do cinema inclusive) e que são bastante repercurtidos e serviram (e servem) como modelo de relação para a sociedade e de modelo a ser seguido por todas as pessoas independente da faixa etária demonstram na maior parte das vezes que o casal perfeito é composto por uma mulher excessivamente frágil, sensível, desprotegida, que precisa de um homem excessivamente forte, objetivo, pragmático, corajoso. Assim o casal ideal é apresentado um como sendo o oposto do outro de forma que as características que faltam no homem sobram na mulher e vice-versa. Este típico casal é fruto das mudanças sociais da modernidade.
Mas e aí?
Clique abaixo e continue a leitura
Na vida prática existe o(a) parceiro(a) ideal?
Vale a pena pasar a vida procurando no outro de "algo" que nos completará e nos encherá de vida e felicidade?
É sadia esta idéia de jogar a responsabilidade em outra pessoa pela nossa felicidade?
Este modelo não tira da mulher a responsabilidade de desenvolver características como: força, coragem, objetividade (atreladas ao masculino); ao mesmo tempo que retira do homem a responsabilidade de ser sensível, afetuoso, carinhoso e subjetivo?
Essa vontade de encontrar o príncipe ou a princesa o que é na verdade?
Seria a vontade de nos encontrar? Temos de nos completar no outro ou em nós?
Devemos dividir nossa vida com alguém ou somar? devemos ter dependência e perder a autonomia individual ou ter uma interdependência, mantida nossa autonomia? como são esses limites? como na prática os modelos de relação impostos pela sociedade nos afetam?
Acho que o vídeo abaixo, baseado em poesia de Fernando Pessoa nos dá pistas para começarmos a refletir sobre estas questões com lucidez!
10 de outubro de 2009
TEMA DA SEMANA - DO AMOR HOLLIWODEANO A OUTRAS FORMAS DE AMOR
Reht e Escarlet é esse o modelo ideal de relação homem e mulher?
Observando este clássico que é uma obra prima da cinematografia será que os personagens centrais forma de fato um casal ideal?
Em muitos momentos do filme percebemos que um procura o que existe no outro para suprir suas necessidades e ai os dois se rendem a jogos de manipulação para "domar" o(a) companheiro(a).
Não teriam Asheley e Melly uma relação mais equilibrada?
Não seria o casal apresentado como secundário da trama um casal muito mais equilibrado? Não estaria aí a mensagem do filme dizendo: sigam o coração?
continue lendo e relembre a cena final deste filme de 1939 que se tornou épico. Vencedor de 10 estatuetas do Oscar independente do tempo e da distância os valores discutidos nas personagens deste filme ainda são atuais e o serão por década.
Scarlett é uma mulher que "endurece" seu coração diante de tanto sofrimento e pobreza e parte para o caminho "fácil" de se impor a qualquer preço diante de uma sociedade machista e implacável ela vai se despindo de seus sentimentos mais nobres e dos valores a temporais do amor, da verdade e da busca da felicidade. Afastando-se de valores nobres entrega-se a jogos de sedução que envolvem a busca do dinheiro e do poder para manipular as vidas em volta. Neste desatino ela esquece-se de suas raízes mais profundas de bondade e de seu casamento íntimo com a terra de seus pais, terra em que viveu momentos felizes...no desatino da loucura e num momento de dor ela se permite lembrar do símbolo de seu ideal. E ainda sem saber ao certo desvendar o que sempre esteve por trás deste fascínio por "Tara" ela vislumbra um novo por vir; isto porque "Tara" representa o germen do que realmente traz felicidade: o serviço ao próximo a que ela se negou boa parte da existência...então quem sabe?
Voltar a Tara não lhe abriu a perspectiva de cultivar a terra para alimentar outros seres humanos.
E aí por onde andou Scarlett depois deste desfecho?
E aí para como vc quer conduzir a sua Scarlett?
Para onde foi o nosso Rhet Buttler?
Podemos transformá-los?
Cenas usadas neste blog foram postadas no youtube pelo seguinte usuário:whadanny2009 e estão disponíveis no endereço: http://www.youtube.com/user/whadanny2009
Saiba mais sobre curiosidades da história e continue a refleter sobre o tema da semana a partir desta trama cinematográfica visitando: www.diversidadeintegrada.wordpress.com
6 de outubro de 2009
É IMPOSSÍVE SER FELIZ SOZINHO? Tema da Semana Do Amor Holliwodeano a Outras Formas de Amor (06 - 12/10)
É impossível ser feliz sozinho?
Somos seres sociais, vivemos em grupo desde os primórdios desenvolvemos a necessidade do outro.
O amor pode ser compreendido como um sentimento que evoluiu ao longo dos tempos a partir da necessidade do outro. Porém é preciso repensar até que ponto "necessidades" tornam-se "dependências".
"...É impossível ser feliz sozinho" Já dizia o poeta Tom Jobim.
Mas fundamental mesmo é torna-se fonte daquilo que alimenta a alma, num ciclo prazeroso e necessário de dar e receber.
Somos seres sociais, vivemos em grupo desde os primórdios desenvolvemos a necessidade do outro.
O amor pode ser compreendido como um sentimento que evoluiu ao longo dos tempos a partir da necessidade do outro. Porém é preciso repensar até que ponto "necessidades" tornam-se "dependências".
"...É impossível ser feliz sozinho" Já dizia o poeta Tom Jobim.
Mas fundamental mesmo é torna-se fonte daquilo que alimenta a alma, num ciclo prazeroso e necessário de dar e receber.
AMOR DE EROS e AMOR FRATERNO - TEMA DA SEMANA DO AMOR ROMÂNTICO HOLLIWODEANO A OUTRAS FORMAS DE AMOR (06 - 12/10)
Quantas formas de amor é possível você sentir?
O Amor Divino...
O Amor Fraterno...
O Amor ao Ofício...
O Amor de Eros...
O Amor Amigo...
E tantos outros...
Muito mais do que falar sobre o amor é senti-lo...
E sentí-lo com toda sua energia e toda sua simgularidade...
Amor de Eros e o Amor Fraterno...
O Amor Divino...
O Amor Fraterno...
O Amor ao Ofício...
O Amor de Eros...
O Amor Amigo...
E tantos outros...
Muito mais do que falar sobre o amor é senti-lo...
E sentí-lo com toda sua energia e toda sua simgularidade...
Amor de Eros e o Amor Fraterno...
4 de outubro de 2009
“O que a técnica pode fazer conosco?”- TEMA DA SEMANA REFLETINDO A TECNOLOGIA (29 - 05/10)
Como se sente? Você realmente é dono da tecnologia que o cerca? Já pensou direitinho como o seu tempo diariamente é emprego. Quantas horas você passa atendendo necessidades profissionais? Quantas preocupado em pagar as contas? Quantas pensando em comprar um carro ou mudar o modelo do atual? Quantas pensando em comprar o que está faltando na geladeira? Quantas em diversão pela internet? Quantas horas vendo tv? quantas diante do computador? quantas conversando com um filho, um amigo, um parente ou um cônjuge? quantas ouvindo elogios ou elogiando? quantas ouvindo reclamação ou reclamando? quantas falando ou ouvindo coisas negativas? quantas ouvindo ou falando coisas positivas?
QUANTAS HORAS DO DIA VC SE SENTE HUMANO E QUANTAS VOCÊ SENTE-SE AUTOMATIZADO COMO UMA MÁQUINA?
A revolução industrial trouxe consigo a necessidade de construirmos uma relação com a tecnologia nunca antes imaginada. A própria relação do homem com o seu cotidiano foi extremamente alterada a partir deste marco. Os tempos modernos retratados no filme, com o mesmo nome, protagonizado por Chaplin e que inaugurou nossas reflexões sobre esta temática reflete bem a preocupação de sabermos até que ponto somos seres humanos ou somos a própria tecnologia. Antes das guerras, a razão e a racionalidade condutora dos avanços científicos e tecnológicos era vista como aliada incondicional do progresso humano e o único caminho de condução para levar toda humanidade a uma era de perfeição, harmonia e paz. Fortemente idéias de homogienização ganharam força durante este tempo. Depois da humanidade experimentar os horrores de duas grandes guerras, vimos que "a coisa não é bem assim".
E hoje, depois de irmos a lua, produzirmos o computador, a internet, os satélites, os cartões de crédito, os bancos virtuais, para onde estamos indo com a atual engrenagem social que alimenta nossas relações mais prosaicas? Como estamos pensando e organizando nossa vida? Em função de que valores?
A relação espaço-tempo “ditada” pela era dos avanços tecnológicos nos permite vivenciar a felicidade, o amor, o desapego, o equilíbrio, o sorriso e o lúdico humano que pode se manifestar independente dos aparatos técnicos?
É muito comum atualmente a preocupação com o aspecto profissional. Ser um bom humano signigica estar 100% na profissão. Assim, para sermos "bem sucedidos" nos impomos, muitas vezes, um ritimo de trabalho tipico ao das máquinas. Nós mesmos não damos atenção ao nosso lado humano enchergando-nos assim como úteis apenas se estivermos inseridos em um trabalho que produz grana para nós e para alguém(muito mais para alguém ou algo). Aí construímos discursos lindos que justificam anularmos nosso lado humano com: menos lazer, menos conversas, menos tempo para pensar em como estamos agindo com o pai, a mãe, o namorado, menos tempo para fazer autocrítica, menos tempo para perdoar, menos cuidados e "mimos" com o corpo, e etc...
Alguns teóricos como Umberto Galimberti nos alertam e abrem a possibilidade de encararmos o nosso desenvolvimento histórico como espécie humana a partir de uma perspectiva tecnológica. Como assim? Esta característica de produzirmos instrumentos de acordo com nossas necessidades nos torna completamente diferentes dos demais animais existentes no planeta. Assim somos seres tecnológicos por natureza. Por esta perspectiva não podemos pensar na técnica como algo dissociado de nós e sim como algo intrínseco e quiçá, nós mesmos.
“Dizer, a essa altura, que a técnica é a essência do homem significa de um lado, dizer que, dada a insuficiência da própria dotação natural, sem o fazer técnico, o homem não teria sobrevivido, e, do outro, que para compensar sua carência biológica o homem dispõe de uma plasticidade na adaptação, e por isso se poderia dizer, com Gehlen, que o homem não simplesmente “vive, mas “conduz a sua vida”, que “no mundo toma posição”, por meio de procedimentos de seleção e estabilização com que atinge “culturalmente” aquela seletividade e estabilidade que o animal possui “por natureza....
Essa ampliação psíquica, longe de ser suficiente para dominar a técnica, evita pelo menos que a técnica aconteça sem que o homem o saiba e, de condição essencial para a existência humana, se traduza em causa da sua extinção. Com isso não pensamos ainda na supressão “física” do homem, mas na supressão de sua cultura, da sua moral, da sua história. De fato, é preciso evitar que a idade da técnica marque esse ponto absolutamente novo na história, e talvez irreversível, onde a pergunta não é mais: “O que nós podemos fazer com a técnica?”, mas: “O que a técnica pode fazer conosco?” Umberto Galimberti, O homem na idade da técnica, 200 pg. 829
Termino com uma colocação do Filósofo Heidegger que no século passado já estava atento a esta nossa temática. “O que inquieta, de fato, não é que o mundo se transforme num completo domínio da técnica. Muito mais preocupante é que o homem não está preparado para essa radical mudança do mundo. Muito mais preocupante é que ainda não somos capazes de compreender adequadamente, por meio do pensamento meditativo, aquilo que está emergindo em nossa época.”
M.Heidegger, L'abbandono,1959 p.36
Realmente vivemos o império da razão? Realmente somos racionais e pragmáticos? Sob que ótica está sendo erigida esta forma de pensar? Esta produção que percebe o homem só em sua funcionalidade não é em si ideológica? Que espaço há neste contexto para o amor?
Da Evolução da Espécie à Revolução Tecnológica - TEMA DA SEMANA REFLETINDO A TECNOLOGIA (29 - 05/10)
Para refletir o avanço tecnológico e a inversão de valores, entre Homens x Tecnologias, trouxemos anteriormente um vídeo de Charlie Chaplin - Tempos Modernos, onde o homem é engolido pela máquina, que ele mesmo criou para fins que ele esqueceu, perdido no atendimento de outros valores. Trouxemos também,um clipe (Smile) onde Chaplin nos faz rir da própria alienação dos "Tempos Modernos", nos propondo a refletir no sentido primário do homem - Evoluir para Felecidade. Agora trazemos um documentário sobre a Evolução Humana e o Sentido das Técnicas para a Sobrevivência da Espécie.
Propomos uma viagem no tempo, de forma a refletir o sentido daquilo que a priori fora desenvolvido para facilitar a vida humana, mas que têm tomado outros sentidos, assim como atendido a outras necessidades como a do "Ego Alienígena" no próprio Ser.
Onde foi que nos perdemos e quais os caminhos de volta, para seguirmos em frente?
Assita o documentário e reflita!
Propomos uma viagem no tempo, de forma a refletir o sentido daquilo que a priori fora desenvolvido para facilitar a vida humana, mas que têm tomado outros sentidos, assim como atendido a outras necessidades como a do "Ego Alienígena" no próprio Ser.
Onde foi que nos perdemos e quais os caminhos de volta, para seguirmos em frente?
Assita o documentário e reflita!
Amor Romântico Holliwoodeano - ENSAIO TEMÁTICO : DO AMOR ROMÂNTICO HOLLIWODEANO A OUTRAS FORMAS DE AMOR
Quando falamos em amor...Ah chega suspiramos!Lembramos logo dos amores antigos, dos amores mal correspondidos, dos amores proíbidos...
Amamos e queremos ser amados.Assim justificamos o amor!
O amor dos contos de fadas, o amor dos filmes Holliwoodeanos, o amor...
O amor de Romeu e Julieta, de Sam e Molly (Ghost), de Jack e Rose (Titanic) e de tantos outros personagens que inspiraram o meu e o seu amor...
Mas amor da vida real, como é mesmo?
Existem quantas formas de amar?
O que é mesmo o amor, alguém pode definir?
É sobre o amor romântico e outras formas de amor, que estaremos tematizando nas próximas reflexões. Preparem -se para amar!
Amamos e queremos ser amados.Assim justificamos o amor!
O amor dos contos de fadas, o amor dos filmes Holliwoodeanos, o amor...
O amor de Romeu e Julieta, de Sam e Molly (Ghost), de Jack e Rose (Titanic) e de tantos outros personagens que inspiraram o meu e o seu amor...
Mas amor da vida real, como é mesmo?
Existem quantas formas de amar?
O que é mesmo o amor, alguém pode definir?
É sobre o amor romântico e outras formas de amor, que estaremos tematizando nas próximas reflexões. Preparem -se para amar!
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