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29 de setembro de 2009
Sorria! Tema da Semana Refletindo a Tecnologia (29 - 05/10)
Já parou para pensar porque você está aqui?
Por que lê estas linhas e por que assistiu o video?
Por que?
Já parou para pensar no sentido de tudo o que você faz?
Para onde estar indo mesmo?
Qual era o motivo primeiro, você lembra?
Talvez você não se dê conta da sua motivação primária, justamente por ser uma informação intuitiva. Queremos existir...contituar existindo...queremos viver...sobreviver...Queremos ser feliz.
Reconecte com sua missão primária de ser feliz e exercite o sorriso...
Reflita se a felicidade está mesmo fora de você...
Questione paradigmas de felicidade alienigenas...
Será mesmo que seria mais feliz se tivesse, quando fosse, se...?
Será mesmo que não está buscando sua felicidade nas prateleiras de um supermercado, num filme de Holliwoode, ou na ilusão de um status?
Reflita mais sobre isto e sorria!
Não se leve tão a sério. Nem se preocupe em se aprisionar a nenhum modelo de felicidade. Liberte-se!
Sorria de você mesmo, de suas quedas e atrapalhadas...
Sorria de sua "criança" e perceba que ela só está tentando dar novos passinhos...
Sorria!
28 de setembro de 2009
A tecnologia, o dinheiro e o status são fins em si mesmo ou são um meio para o bem estar humano? Tema da Semana Refletindo a Tecnologia (28 - 05/10)
A tecnologia, o dinheiro e o status são fins em si mesmo ou são um meio para o bem estar humano? DO EGO ALIENÍGENA(Fim) À SOLDADO DO SELF (Meio)
Para refletirmos juntos sobre esta questão vamos pensar um pouco em nossos ancestrais.
Num tempo em que a sobrevivência da espécie só era possível em grupo, diante as adversidades naturais daquele contexto, o homem precisou conter seus ímpetos instintivos para viver melhor em grupo...Era uma questão de sobrevivência.
Contudo, adptar-se as normas sociais,como forma de aprovação coletiva e garantia de sobrevivência, ainda numa sociedade primitiva, não era algo fácil diante de uma natureza humana tão instintiva. Foi preciso, para isso, desenvolver um "Eu" capaz de se adaptar a realidade externa,negociando, para tal fim, com a realidade intrapsíquica. Nasce o Ego.
A priori com a missão de garantir a sobrevivência de si-mesmo (Self) o Ego precisava ser aprovado no grupo, contendo para isso os seus ímpetos mais instintivos possíveis.
E não bastava só ser aprovado, para garantir que não seria excluído numa situação extrema de sobrevivência coletiva, era necessário se destacar neste grupo, fazer valer a sua presença, torna-se visível, indispensável...Nasce a COMPETIÇÃO HUMANA, a LUTA PELO PODER...
Mas todos querem garantir a mesma coisa...É a lei da selva...Vence o mais forte...
O que fazer?
O Ego está agora sendo pressionado...Precisa garantir a sobrevivência...Era esta sua missão primeira...Foi para isso que o seu Gestor Self o criou...Mas e agora, o que fazer?
Ainda imaturo, perde o sentido, adoeçe...
Desconecta-se com seu Gestor Self e acredita que funcionará melhor sem ele.
Por que ser o subordinado se Eu posso ser o Senhor de mim mesmo,O Centro? Questiona! Nasce a Representação Egoíca Humana - O EGO ALIENÍGENA.
Muda o sentido que o norteava (o Self) e tenta se estabelecer apenas no consciente, evitando, inclusive o inconsciente, onde está seus piores inimigos - As Sombras Psicológicas, que por sinal projeta na realidade externa, nos outros. São os enviados do Self!Pensa! Vitmizando-se.
Precisa ser racional, objetivo, masculino...
Precisa assumir o controle para garantir segurança, poder...
Precisa também de máscaras sociais, para adpatar-se as expectativas exteriores... Precisa de personagens representativos para se adaptar a estas expectativas e garantir aprovação. Conta com seus Personas...
Eu sou o que faço - Status Profissional...Eu sou o que tenho: Poder, dinheiro, fama - Status Social.
Busca, agora suas realizações fora de si...Projeta-se para fora...É lá que está a grantia da sobrevivência...É lá que está tudo o que preciso. Acredita!
Contudo o Ego nunca está satisfeito, porque o que vem de fora nunca o preenche substancialmente, profundamente...Se sente vazio, incompleto...
Eu preciso que me amem para ser feliz...Preciso de dinheiro...De status...Eu, eu, eu...
Quem é mesmo este Eu?
Perdemos o sentido e construímos um mundo para o atendimento de quem mesmo?
O Ego não seria o Meio, o Instrumento para...? Por que estamos deixando que seja o Fim, o propósito?
Tudo o que estamos construíndo não seria para garantir o bem estar, facilitar nossa vida? E por que isto não está acontecendo? Não estaríamos invertendo valores, sentindos?
Chega um momento que o Ego se satura e se percebe perdido em meio a tantos "Castelos de Areia".
Está vazio, algo está faltando, mas algo lhe diz, que é por dentro...
Está incompleto, mas não encontra fora a sua outra metade...
Está insatisfeito, mesmo tendo construido um mundo fora "Dele"...
Se depara, então com as "Crises Existenciais".
Qual o sentido da vida, mesmo?
Questiona-se!
Percebe-se sem sentido, vazio...
Então,o Self - Gestor de toda Psiquê, envia-lhe a Anima - Representação feminina, intuitiva, emocional da "ALMA HUMANA", para facilitar o processo de integração psicológica de seus "Eus" através do reajuste funcional do Ego.
Aos poucos, cada sombra torna-se consciente e deixa de ser aterrorizante...
Anima /Animus ( Subjetividade / Objetividade) passam a trabalhar juntos e os Personas se desnudam tornando-se flexíveis...
O que faço, o que tenho não pode me representar por inteiro, sou mais que isso, sou um Ser Humano em contínuo processo de crescimento e renovação, que experiencia a vida e se projeta em movimento à um propósito que transcede a própria existência, mas que impulsinona intuitivamente.
O Ego se reestabelece como Soldado em Missão do Self e se fortalece para lidar com as adversidades fora e dentro das realidades que experiencia...
Percebe que para garantir a sobrevivência e transceder é necessário se integrar e funcionar em conjunto, no bem comum...
Não precisa mais torna-se escravo da aparência, status, dinheiro,poder...Pois é possível viver integrado e incluso pela dinâmica do equilíbrio entre razão/emoção...
Equilibra-se, agora muito mais que antes, e se adapta melhor a vida.
Conhece mais agora dos instrumentos disponíveis e usa-os com responsabilidade, porque sabe (tem ciência e sente) quais são os meios e qual é o fim - A Evolução do Ser por Inteiro - A Evolução para Felicidade!
25 de setembro de 2009
TEMA DA SEMANA - TRÂNSITO - A TENTAÇÃO DO PODER E DO CONTROLE
Achei esta campanha bem interessante. Ela mostra como uma ação de ultrapassagem, aparentemente tola e simples pode acabar mal. E o quanto diversas vidas são envolvidas e atingidas por uma ação. Gostaria de saber se esta campanha foi veiculada na Inglaterra ou em outro país(quem souber nos avise para dar os créditos).No vídeo acima o motorista tinha a visibilidade da pista, mas a manobra envolvia empregar alta velocidade. Como nós sempre achamos que controlamos todas as variáveis...relaxamos, deixamos a prudência de lado. Como não ficamos vigilantes por nos acharmos bonzinhos demais, sempre tão corretos e com nobres ideais e temos dificuldade de admitir certas falhas e certos mostrinhos...jogamos diversos conteúdos para nossa sombra psicológica. O trânsito é uma janelinha de manifestação destes monstrinhos. Fascinados pelo poder e a sensação de total controle e supremacia que a velocidade nos traz...damos vazão a esta nossa agressividade da forma e no momento inoportuno. A manobra aparentemente "tola" envolvia alta velocidade e diversas variáveis... deu no que deu...
Sobre o trânsito ser uma área de tentação de descontrole veja o outro vídeo
24 de setembro de 2009
TEMA DA SEMANA - CENA COTIDIANA (LIVRAI-NOS DA DESINTEGRAÇÃO PSICOLÓGICA)
Este caso comoveu o país e ganhou destaque na mídia nacional. O episódio envolveu, como causador, um ex-deputado estadual do Paraná em um acidente de trânsito que matou dois jovens. O fato ganhou notoriedade por envolver uma autoridade mas... quem não conhece um exemplo de pessoa que dirige embriagada?
Porque continuamos, mesmo vendo inúmeros acidentes bebendo tanto e depois dirigindo? Foi pra balada no último final de semana? Quantas pessoas você viu com essa postura?
Você encorajou algum amigo ou conhecido a voltar de táxi?
Ah!!! seus amigos revezam tipo quem for dirigir não bebe...ótimo!!!
O que? isso de não dirigir depois de beber é pra maricas....Esse negócio de lei seca não funciona? você acha mesmo?
Ah...sei...você, como diversos acha um exagero essa lei! ah tah... acha que se tomar uns 4 copinhos de cerveja ou uma garrafinha dirige até melhor e não precisa exagerar!
uhm....
então será que você ao sair de um bar ou um encontro com amigos e dirigir depois de ter tomado 1 garrafinha não pensa igual o deputado do vídeo acima?
Ou você se acha mais responsável porque só foi uma garrafa e o "cara" do vídeo deve ter bebido todas?........uhm...então...
ah...to entendendo seu raciocínio. É mais ou menos assim:
bebi pouquinho o acidente, se ocorrer, vai ser menor. Bebi muito o acidente, se ocorrer, vai ser maior. Ah...e dá pra controlar isso mesmo?
Ah...esse raciocínio não estaria partindo do ponto de vista de que nós temos o controle da situação quando bebemos? então seria mais ou menos como partir do pressuposto que e alguém que sai de uma festa, depois de beber uma ou várias garrafas de qualquer coisa (ou drinks) dirige e pensa: ah...acho q vou bater em uns dois carros hoje e deixar alguém bem ferido!!!
Será que acreditamos, por exemplo, que o cara do vídeo acima quando saiu do restaurante estava premeditando isso? achamos que no coração ele queria esta situação? será que achamos isso mesmo? é bem óbvio que ele não premeditou isso e não queria isso. Mas...acreditou, que depois de ingerir bebida alcóolica (drogas) ele continuaria lúcido e no controle da situação....De fato, parte dele, que controlava a coordenação motora até poderia estar no controle, já que ele fez uma curva...
Mas o que estava a no controle? a parte consciente? a que contempla as regras sociais e tem o instinto de preservação da vida? ou aquela parcela da mente que quer o suicídio e/ou o homicídio....as partes mais agressivas?
este processo de morte em vida, começou e se encerrou no momento do acidente? ou começou no bar e vai se estender durante o julgamento pelos crimes?
psicólogos por favor me ajudem a entender!!!
21 de setembro de 2009
TEMA DA SEMANA - TRÂNSITO - Trapaça, Egoísmo, desrespeito e individualismo?

Desde o dia 18 até o dia 25 é comemorada em todo país a Semana Nacional do Trânsito 2009. A iniciativa é uma tentativa de transformar o atual cenário caótico no trânsito brasileiro. Para que no cotidiano sejam estabelecidas relações menos conflituosas, sociedade civil e poder público tentam, de maneira mais enfática, durante estes dias evidenciar e estudar mudanças que altere os atuais índices de morte e violência nas estradas brasileiras. Segundo dados divulgados pela mídia nacional, mais de 40 mil pessoas morrem por ano vítimas deste tipo de violência, deste número metade delas acabam em óbico em decorrência de acidentes causados por embriaguez.
Bem...infrações de trânsito todos já vimos e vemos todos os dias acontecerem. Em algumas cidades é cada vez mais evidente que os espaços urbanos estão sendo projetados pensados em carros, caminhões, trens, cada vez menos em pessoas. A julgar pelos índices de morte no trânsito e pelas infrações cometidas cotidianamente em nossas ruas podemos realmente afirmar que o local em que mais existe trapaça, egoísmo, desrespeito e individualismo com parasitas que só pensam em si é de fato o universo político (especificamente o Congresso) ou na verdade este lugar é o espaço público das vias em que os veículos trafegam conduzidos por uma quantidade pequena de pessoas preocupadas em respeitar as regras?
Em sua cidade você vê todos os dias atos de gentileza no trânsito como regra de conduta? E você? avança o sinal vermelho, joga ponta de cigarro e lixo fora de seu carro? anda na esquerda a 30km/h e não sai da frente de ninguém em uma avenida que a velocidade é de 80km/h? estaciona em fila dupla? dá aquela famosa: "roubadinha e pega um trechino só de contra-mão? você dirige sem habilitação? você para na faixa de pedestres para que as pessoas atravessem, em avenidas e ruas que não existem semáforos próximos as faixas?
Postura muito comum no trânsito e institucionalizada culturalmente é a que legitima a pessoa ir pra balada, ingerir bebida alcóolica e depois sair "tranquilamente" dirigindo um carro.
Eu não sei vocês mas eu tenho entes queridos que desencarnaram no trânsito. O famoso: agora dá pra ultrapassar (desobedecendo a sinalização de duas faixas da estrada) leva muita gente a desencarnar. Outra famosa postura inofensiva são os copinhos de chopp!!!
E assim...vamos nós tornando nosso trânsito e nossas vidas cada vez mais reféns dos tipos de freios, pneus, modelos, preços de veículos, quilometragem e metais que estão nos carros e cada vez menos humanos, respeitosos e cordiais quando estamos dirigindo em nossas ruas!
REFLETINDO O ETNOCENTRISMO - TEMA DA SEMANA DIVERSIDADE ÉTNICA (15 - 21/09)

Kelle Gardênia Rocha
Pedagoga e Estudante do 4° Período do Curso de Psicologia
Faculdade Pio Décimo
Aracaju/SE
REFLETINDO O ETNOCENTRIMO
Não existem grupos superiores ou inferiores, mas grupos diferentes. A tendência do homem nas sociedades é de repudiar ou negar tudo que lhe é estranho ou não está de acordo com suas tendências, costume e hábitos.Atitudes pela qual um indivíduo ou um grupo social, que se considera o sistema de referência, julga outros indivíduos ou grupos à luz dos seus próprios valores. Pressupõe que o indivíduo se considere superior àqueles que ele julga, e também que o indivíduo, ou grupo etnocêntrico, tenha um conhecimento muito limitado dos outros, mesmo em grupos de convivência...
18 de setembro de 2009
16 de setembro de 2009
ETNOCENTRISMO - Reflexão Antropológica - Tema da Semana Diversidade Étnica (15 - 21/09)

O etnocentrismo é defendido como um modo de compreender e atuar diante da diferença tomando-se por centro de referência os próprios valores culturais.
Desta forma, a reação à diferença é sempre para o fenômeno etnocêntrico compreendido como estranha e chocante, outrora ameaçadora por ferir a própria identidade do etnocêntrico.
O “eu” é onde está o possível, o “outro” é estranho e ameaçador. Esta estranheza causada pela constatação à diferença é entendida como ameaçadora e, portanto, a reação obtida como resultado é auto-afirmação de valor, que hierarquiza a diferença qualificando o “outro” como inferior o que num contexto social serve a justifica do discurso de dominação.
Contrapondo-se ao etnocentrismo está a idéia da relativização, que considera as diferenças como necessárias ao processo de identificação de cada grupo social, diferente do etnocentrismo não hierarquiza esta diferença apenas identifica-a.
Os primeiros estudos antropológicos a respeito às diferenças basearam-se nas teorias evolucionistas de Darwin. Assim o evolucionismo biológico e social serviu de modelo para explicar as diferenças.
Tais modelos explicatórios serviram ao discurso das culturas com pretensões dominatórias. A antropologia, por sua vez passou por uma reestruturação. Desvinculando-se da História, mas utilizando-se desta, como de outras ciências optou pela relativização como um recurso necessário e funcional para o estudo das diversas culturas que compõe a humanidade.
Esta nova Antropologia aponta a relativização como um caminho para o enfraquecimento do fenômeno etnocêntrico e para o melhor conhecimento cultural.
Marcelo Barreto
Historiador e acadêmico do Curso de Psicologia
RACISMO - TEMA DA SEMANA - DIVERSIDADE ÉTNICA (15 a 21/09)
TEM CERTEZA QUE SÓ POSSO SER PRETO OU BRANCO?
Negros e brancos quando se misturam pelo amor dos corações e o calor dos corpos geram que cor?
ìndios e brancos quando se mistruram pelo amor dos corações e o calor dos corpos ardendo em vida e paixão geram que cor?
índios e negros quando se mistruram pelo amor dos corações e o calor dos corpos geram filhos de que cor?
Se no Brasil realmente tivemos tantas misturas...que acontecem diariamente entre pessoas com cores variadas....porque não nos assumir como mestiços?
O que é o "pardo" este elemento que compõe as nossas estatísticas dever ser desprezado?
A minha mãe é branca, o meu pai é negro e a minha bisavó é índia. O que eu sou?"
Quem tava aqui e usufruia da terra: o índio foi agredido pelo colonizador. Quem veio de outras terras e foi forçado a trabalhar como escravo e foi agredido pelo colonizador: o negro.
Segundo Câmara Cascudo, no monumental Dicionário do Folclore Brasileiro,a palavra caboclo "foi vocábulo injurioso e El-Rei D. José de Portugal, pelo alvará de 4 de abril de 1755, mandava expulsar das vilas os que chamassem aos filhos indígenas de caboclos".
Negros e brancos quando se misturam pelo amor dos corações e o calor dos corpos geram que cor?
ìndios e brancos quando se mistruram pelo amor dos corações e o calor dos corpos ardendo em vida e paixão geram que cor?
índios e negros quando se mistruram pelo amor dos corações e o calor dos corpos geram filhos de que cor?
Se no Brasil realmente tivemos tantas misturas...que acontecem diariamente entre pessoas com cores variadas....porque não nos assumir como mestiços?
O que é o "pardo" este elemento que compõe as nossas estatísticas dever ser desprezado?
A minha mãe é branca, o meu pai é negro e a minha bisavó é índia. O que eu sou?"
Quem tava aqui e usufruia da terra: o índio foi agredido pelo colonizador. Quem veio de outras terras e foi forçado a trabalhar como escravo e foi agredido pelo colonizador: o negro.
Segundo Câmara Cascudo, no monumental Dicionário do Folclore Brasileiro,a palavra caboclo "foi vocábulo injurioso e El-Rei D. José de Portugal, pelo alvará de 4 de abril de 1755, mandava expulsar das vilas os que chamassem aos filhos indígenas de caboclos".
15 de setembro de 2009
RACISMO - TEMA DA SEMANA DIVERSIDADE ÉTNICA (15 - 21/09)

EU, sentar ao lado de um negro?????
(FOLHA DE SÃO PAULO / março 2006)
Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica... E viu que estava ao lado de um... Passageiro negro.
Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo.
- Qual o problema, senhora? Pergunta uma comissária.
- Não está vendo? Respondeu à senhora.
- Vocês me colocaram ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Você precisa me dar outra poltrona.
- Por favor, acalme-se, disse a aeromoça. Infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos alguma disponível'.
A comissária se afasta e volta... Alguns minutos depois.
- Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe econômica. Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar nem mesmo na classe econômica'.
E continuou:
- Temos apenas um lugar na primeira classe.
E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua:
- Veja, é incomum que a nossa companhia permita à um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa tão desagradável.
E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu:
- Portanto, senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor um lugar na primeira classe.
E todos os passageiros próximos, que, estupefatos, assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé.
14 de setembro de 2009
Discurso de Posse de Obama / 26 de setembro dia nacional dos surdos - TEMA DA SEMANA ESCOLA INCLUSIVA (08 - 14/09)
value="http://www.youtube.com/v/mmlVshVeKEA&hl=pt-br&fs=1&">
value="http://www.youtube.com/v/lLMkqdg2LxM&hl=pt-br&fs=1&">
O que tem em comum entre a fala de obama e a fala de geraldinho?
ambos tratam de datas importantes e históricas. Além dessa questão, você conseguiu perceber algo em comum nas falas? NÃO? VC NÃO ENTENDEU O QUE O SURDO ESTAVA EXPLICANDO? AH...QUE PENA! VC NÃO SABE LIBRAS? AH...SIM VC SÓ ENTENDEU OBAMA POR QUE TINHA TRADUTOR NÉ...E O VÍDEO DO SURDO NÃO TINHA TRADUÇÃO! AH! QUE FALHA NOSSA... POIS É...DESCULPE! Isso foi feito de propósito para vc pensar como deve ser para um surdo sentar em frente a uma tv e ver um monte de gente falando sem ouvir nada e sem entender nada. Como deve ser para ele ter de fazer leitura labial sem ouvir nada....se esforçar para viver num mundo sem tradutor! PENSE NISSO!
Como a escola percebe e trata o idioma estrangeiro falado? As crianças são incentivadas no contexto social, cultural e escolar a falar outra língua. Se considerarmos a "fala" de maneira mais ampla como um discurso que pode ser exercido com um gesto, um olhar uma atitude, uma forma de organizar objetos, pensamentos, etc.... desta perspectiva mais ampla e já tratada, de alguma forma, por inúmeros cientistas entre eles Michel Foucoult e Pierre Bourdieu, entre outros podemos aproveitar esse vídeo e nos perguntar: Será que a "língua falada" pelos surdos, através dos sinais conseguirá conquistar nos corações e mentes de professores e outros profissionais espaço para ser percebida como também importante e necessária? Será que na escola ela vai conseguir adiquirir o mesmo espaço ou ao menos um pouquinho de importância semelhante ao do inglês?
Ou na escola ela só vai se constituir objeto de atenção caso a economia e/ou mercado de trabalho a perceba como importante ferramente de lucro?
Como você trata esta questão? você sabia que a Língua Brasileira de Sinais-LIBRAS é o meio oficial de comunicação da comunidade surda brasileira desde 2002?
O que a escola tem feito sobre isso? O que sua comunidade tem feito sobre isso?
Estabelecer a comunicação é um princípio fundamental humano. Durante muito tempo este direito foi ceifado de homens mulheres surdos em diversas áreas da vida social. Nas escolas, a coisa era e ainda é bem ruim.... Agora...parece que começamos realmente a perceber que o respeito as diferenças a partir da educação é uma questão de direitos humanos(como afirma o artigo abaixo-que merece a leitura).
Estes dois vídeos são um convite para termos a curiosidade a respeito de temáticas aparentemente distintas, postá-los de uma só vez foi para pensarmos sobre nossas limitações para entender os outros ao nosso redor. Eles também nos servem para refletir será que tenho a mesma percepção sobre não saber me comunicar com um inglês e não saber me comunicar com um surdo? será que não acho no fundo que são eles (os surdos) que têm de se esforçar para me entender e dialogar comigo?
Muitas pessoas ao saberem que a LIBRAS é uma língua dizem: ah por isso mesmo o surdo tem de se preocupar em falar com a gente e de nos entender...o inglês que vive aqui não aprende português para se comunicar com a gente?
é um raciocínio possível este não é? mas o inglês nasce onde no brasil? o inglês que vem para cá, se tiver de estudar encontra escolas que ensinam a ele português com facilidade...vão dispor de livros e mecanismos para estruturarem e irem convivendo em nosso país. Mas e os surdos que nascem aqui? é legítimo eles serem alfabetizados como se fossem ouvintes? como se ouvissem o tempo todo?
A escola nos incentiva a aprender inglês como uma língua estrutrada e como algo bom a ser conquistado para o mercado de trabalho e para a vida. Será que agora que há 7 anos temos a língua brasileira de sinais aprenderemos que ela também deve ser algo de bom a ser conquistado? Estamos preparados para isso? Estão nossos profissionais da educação com vontade de aprender para se comunicar com o seus alunos surdos?
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O que tem em comum entre a fala de obama e a fala de geraldinho?
ambos tratam de datas importantes e históricas. Além dessa questão, você conseguiu perceber algo em comum nas falas? NÃO? VC NÃO ENTENDEU O QUE O SURDO ESTAVA EXPLICANDO? AH...QUE PENA! VC NÃO SABE LIBRAS? AH...SIM VC SÓ ENTENDEU OBAMA POR QUE TINHA TRADUTOR NÉ...E O VÍDEO DO SURDO NÃO TINHA TRADUÇÃO! AH! QUE FALHA NOSSA... POIS É...DESCULPE! Isso foi feito de propósito para vc pensar como deve ser para um surdo sentar em frente a uma tv e ver um monte de gente falando sem ouvir nada e sem entender nada. Como deve ser para ele ter de fazer leitura labial sem ouvir nada....se esforçar para viver num mundo sem tradutor! PENSE NISSO!
Como a escola percebe e trata o idioma estrangeiro falado? As crianças são incentivadas no contexto social, cultural e escolar a falar outra língua. Se considerarmos a "fala" de maneira mais ampla como um discurso que pode ser exercido com um gesto, um olhar uma atitude, uma forma de organizar objetos, pensamentos, etc.... desta perspectiva mais ampla e já tratada, de alguma forma, por inúmeros cientistas entre eles Michel Foucoult e Pierre Bourdieu, entre outros podemos aproveitar esse vídeo e nos perguntar: Será que a "língua falada" pelos surdos, através dos sinais conseguirá conquistar nos corações e mentes de professores e outros profissionais espaço para ser percebida como também importante e necessária? Será que na escola ela vai conseguir adiquirir o mesmo espaço ou ao menos um pouquinho de importância semelhante ao do inglês?
Ou na escola ela só vai se constituir objeto de atenção caso a economia e/ou mercado de trabalho a perceba como importante ferramente de lucro?
Como você trata esta questão? você sabia que a Língua Brasileira de Sinais-LIBRAS é o meio oficial de comunicação da comunidade surda brasileira desde 2002?
O que a escola tem feito sobre isso? O que sua comunidade tem feito sobre isso?
Estabelecer a comunicação é um princípio fundamental humano. Durante muito tempo este direito foi ceifado de homens mulheres surdos em diversas áreas da vida social. Nas escolas, a coisa era e ainda é bem ruim.... Agora...parece que começamos realmente a perceber que o respeito as diferenças a partir da educação é uma questão de direitos humanos(como afirma o artigo abaixo-que merece a leitura).
Estes dois vídeos são um convite para termos a curiosidade a respeito de temáticas aparentemente distintas, postá-los de uma só vez foi para pensarmos sobre nossas limitações para entender os outros ao nosso redor. Eles também nos servem para refletir será que tenho a mesma percepção sobre não saber me comunicar com um inglês e não saber me comunicar com um surdo? será que não acho no fundo que são eles (os surdos) que têm de se esforçar para me entender e dialogar comigo?
Muitas pessoas ao saberem que a LIBRAS é uma língua dizem: ah por isso mesmo o surdo tem de se preocupar em falar com a gente e de nos entender...o inglês que vive aqui não aprende português para se comunicar com a gente?
é um raciocínio possível este não é? mas o inglês nasce onde no brasil? o inglês que vem para cá, se tiver de estudar encontra escolas que ensinam a ele português com facilidade...vão dispor de livros e mecanismos para estruturarem e irem convivendo em nosso país. Mas e os surdos que nascem aqui? é legítimo eles serem alfabetizados como se fossem ouvintes? como se ouvissem o tempo todo?
A escola nos incentiva a aprender inglês como uma língua estrutrada e como algo bom a ser conquistado para o mercado de trabalho e para a vida. Será que agora que há 7 anos temos a língua brasileira de sinais aprenderemos que ela também deve ser algo de bom a ser conquistado? Estamos preparados para isso? Estão nossos profissionais da educação com vontade de aprender para se comunicar com o seus alunos surdos?
10 de setembro de 2009
EDUCAÇÃO INCLUSIVA É UM ASSUNTO DOS DIREITOS HUMANOS - TEMA DA SEMANA (08 - 14/09)

Kelle Gardênia Rocha
Pedagoga e Estudante do 4° Período do Curso de Psicologia
Faculdade Pio Décimo
Aracaju/SE
Educação Inclusiva é um assunto dos Direitos Humanos
Para falar de educação inclusiva, temos de abordar, antes, a questão da inclusão social, ou seja, o processo de tornar participantes do ambiente social total, a sociedade humana vista como um todo, todos aqueles que se encontram, por razões de qualquer ordem, excluídos. Considera-se neste discurso a ignorância sobre as características das clientelas a serem incluídas e o preconceito gerado a partir dessa ignorância.
Qual é a clientela -alvo da educação inclusiva?Pobres, negros e pardos, crianças e idosos, mulheres e homossexuais, portadores de incapacidades e deficiências físicas e mentais.
A Educação Inclusiva atenta a diversidade inerente à espécie humana, busca perceber e atender as necessidades educativas especiais de todos os sujeitos. A educação inclusiva hoje aponta para uma sociedade inclusiva, ou seja, é uma educação voltada de TODOS PARA TODOS onde os ditos "normais" e os portadores de algum tipo de deficiência poderão aprender uns com os outros, uma depende da outra para que realmente exista uma educação de qualidade.
No Brasil lidar com a diferença é um desafio de todos nós profissionais da educação, embora a inclusão escolar de alunos com deficiência não se faz apenas em escolas e ambientes comuns, aqueles que realmente defendem os direitos das pessoas com deficiência entenderão que proteção e zelo passam pelo inquestionável direito à não discriminação, passam pelo direito de ser mais uma criança entre as outras, é preciso que os alunos com deficiência tenham acesso aos ambientes comuns.
Não suportar as diferenças, mas tentar aproveitar delas, admirá-las. É verdade, não é nada fácil para nós. Uma lei da Psicologia Social diz que nós gostamos de quem compartilha com nossos valores e interesses, e desgostamos de quem não tem a famosa "química" conosco. Nossos valores refletem nossa identidade, e quando eles são ameaçados ou questionados, sentimo-nos desafiados em nosso íntimo.
Não é fácil lidarmos com a diferença. Diferença entre irmãos, entre colegas de trabalho, entre vizinhos, enfim... DIFERENÇAS!!!
Lidar com a diversidade, seja ela racial, social, econômica ou religiosa não é fácil. Mas é tarefa de quem educa, pai ou professor. Porque aprender a viver em comunidade é saber lidar com as diferenças de qualquer natureza.
“O preconceito nasce do medo e da ignorância!”
9 de setembro de 2009
UM E.T. QUER ENTENDER O QUE É DEFICIÊNCIA - TEMA DA SEMANA (08 - 14/09)
A conversa entre Diversulino, o E.T, e Anderson (nosso blogueiro) nos ajuda a refletir sobre o tema e a tentar fazer um exercício antropológico: tentando estranhar o que parece óbvio e familiarizar o que parece estranho. Quem são os verdadeiros deficientes? Que valores estão por trás da mudança de nomes ou da tentativa de ser "politicamente correto" ao nos dirigir a pessoas com características físicas diferentes da nossa?
Nossas escolas possuem ambiente acolhedor para profissionais, pais e alunos? Nossas escolas podem contribuir para uma mudança nas formas de agir da sociedade ou elas estão condenadas a apenas tentar reproduzir conhecimentos acadêmicos?
Será que o professor evangélico se relaciona bem no ambiente de trabalho com o professor que é espírita? O professor ou a professora que são homossexuais são aceitos pelos seus colegas e equipe diretiva na escola ou são tratados como criminosos?
O conteúdo das aulas se relaciona com o que os alunos apren
E aí nossas escolas inclusivas estão sendo pensadas para incluir somente os "alunos especiais" com funcionalidades diferentes a partir de características físicas diferençadas da média da população?
Nossas escolas estão como as do planeta de diversulino preparadas para tratar os deficientes de caráter, os traumatizados, os estigmatizados ou que se perdem na baixa auto-estima e que aparentemente são "normais"?
Nossas escolas possuem ambiente acolhedor para profissionais, pais e alunos? Nossas escolas podem contribuir para uma mudança nas formas de agir da sociedade ou elas estão condenadas a apenas tentar reproduzir conhecimentos acadêmicos?
Será que o professor evangélico se relaciona bem no ambiente de trabalho com o professor que é espírita? O professor ou a professora que são homossexuais são aceitos pelos seus colegas e equipe diretiva na escola ou são tratados como criminosos?
O conteúdo das aulas se relaciona com o que os alunos apren
E aí nossas escolas inclusivas estão sendo pensadas para incluir somente os "alunos especiais" com funcionalidades diferentes a partir de características físicas diferençadas da média da população?
Nossas escolas estão como as do planeta de diversulino preparadas para tratar os deficientes de caráter, os traumatizados, os estigmatizados ou que se perdem na baixa auto-estima e que aparentemente são "normais"?
8 de setembro de 2009
ESCOLA INCLUSIVA PARA UMA SOCIEDADE INCLUSIVA - TEMA DA SEMANA (08 - 14/09)
Não podemos falar em inclusão social sem falar em educação.Poder participar, interagir, contribuir, somar...
Poder tudo isto considerando a singularidade de cada um...
Poder integrar-se psicologicamente para incluir-se socialmente...
Mas como?
Como participar, interagir, contribuir, somar?
Como considerar singularidades se não aprendemos a respeitar as diferenças?
Como estar integrados?
Estamos cegos, surdos, mudos, imobilizados, limitados empaticamente e em nossa percepção de realidade. Erroneamente excluímos o que não desejamos, colocando às margens da sociedade.
O problema parece não ser nosso e então não interessa ao menos tomar ciência...
Será?
Onde está mesmo a nossa humanidade?
Ainda nos sentimos "vítimas" quando sofremos algum preconceito por não nos enquadrarmos em um dos "padrões", que hipnoticamente tornamos-nos prisioneiros.
Escola inclusiva para uma sociedade inclusiva.
Se quisermos uma sociedade mais justa, igualitária, segura...
Se quisermos um mundo possível para todos...
Se quisermos ser respeitados em nossa singularidade...
Se quisermos uma Diversidade Integrada...
No mínimo precisamos pensar no assunto, como uma questão da diversidade, que somos nós.
Assim, prompomos uma reflexão sobre o assunto: Como seria uma Escola Inclusiva?
Nas próximas postagens estaremos discutindo melhor o assunto.
Participe!
6 de setembro de 2009
REFLEXÃO SOBRE NOSSO (DES)ENTENDIMENTO A RESPEITO DA (IN)SEGURANÇA PÚBLICA - FINAL


Estamos postando finalmente a última parte do artigo intitulado: "Homofobia, Medo, violência, polícia e ladrão: A influência dos preconceitos e a falta dos laços de fraternidade no (des)entendimento da (In)Segurança Pública".
Esta iniciativa teve como objetivo refletir de maneira mais profunda sobre que modos preventivos e ações enérgicas podem ser tomadas para combater a expansão da violência que tanto aparece nos índices de pesquisas como um dos temas, se não o primeiro de todos, mais preocupantes para a sociedade brasileira. Nos ajuda a pensar que a área da segurança pública está além de equipar a polícia e construir presídios. Muitos setores da sociedade entre eles entidades como a OAB, a CNBB (através da campanha da fraternidade deste ano e do estímulo a pastorais católicas), Igrejas Evangélicas, ONGS relacionadas aos Direitos Humanos já estão há muito tempo alertando os governantes sobre que as políticas públicas para Segurança devem ter esta dimensão maior.Ou os avisos destes setores não nos deve atingir individualmente? estamos também nos alertando individualmente para aplicarmos em nosso cotidiano "políticas comportamentais" que favoreçam a paz? Então...nesta última parte questionamos mais contudentemente o que nós que somos Estado, que somos Nação coletivamente e somos indivíduos podemos contribuir para a (IN)SEGURANÇA PÚBLICA.
parte final
Homofobia, Medo, violência, polícia e ladrão:
A influência dos preconceitos e a falta dos laços de fraternidade no (des)entendimento da (In)Segurança Pública.
parte final
Recentemente o Secretário Nacional de Segurança Pública Ricardo Balestreri diz ser necessário que os gestores ajam mais com “cérebro e neurônios” do que com “fígado e bílis” e acrescentou: “o senso comum nos pressiona o tempo inteiro para combatermos truculência com truculência. Não somos românticos e sabemos que segurança pública também é feita com repressão, mas com repressão qualificada. E não deve ser este nosso foco central, mas sim ações de prevenção, a inteligência e o pensamento estratégico ”.
Eu usaria esta mesma colocação relacionada aos gestores e ampliaria para todos nós. Será que em casa, no trabalho, diante de situações de violência ao vermos ou ouvirmos uma notícia não somos os primeiros a agir com o “fígado e bílis”? Estamos ainda atrelados a paradigmas e concepções de mundo de séculos passados e de décadas passadas na qual se crê que “violência se combate com mais violência”. Vejamos para ilustrar o caso dos homossexuais as normas sociais ainda os ignoram e ainda os tratam como “monstros”, “doentes” e estimulam posturas de violência simbólica e física a estes cidadãos afastando-os até de poder ter uma relação com Deus .
A busca por soluções mirabolantes e grandes fórmulas de repressão não apenas nos afastam de ir à raiz do problema. Impede-nos de fazer uma crítica e autocrítica profunda sobre o tipo de sociedade que queremos e se estamos cotidianamente construindo-a. Para tanto não é só o governo que deve realizar conferências e iniciativas, nós devemos cotidianamente estar avaliando e reavaliando nossos, valores sociais, conceitos e ações. A violência contra os homossexuais, só para ilustrar, começa em casa. Afinal, muitos pais ensinam aos seus filhos (inclusive os futuros policiais) que gays são bandidos, seres nojentos e repulsivos. Ensinam também que se vc levar uma cantada é pra bater no indivíduo ao ao invés de agradecer e dizer: “esta não é a minha praia, mas fico feliz de vc me achar bonito, gato,etc....!”.
Não podemos ter vergonha de contribuir combatendo preconceitos e denunciando a violência física e simbólica exercida com gays, mulheres, surdos, cegos, gordos, negros, índios, etc.... Combater as hipocrisias é ser soldado da luz, efetivamente, sonhar, ter fé e construir um mundo em que polícia e ladrão não precisem mais existir! A nossa vergonha como “cidadão de bem”, o nosso medo e a racionalização de que este tipo de idéia é ingênua nos fazem fugir à luta e alimentam os ladrões de sonhos e arautos das trevas que se comprazem no aumento da violência. Cuidado redobrado porque esses arautos se mascaram de “boas idéias” que querem manter a moral e os bons costumes intactos. Na sua contribuição para a Segurança Pública, em casa, no trabalho, na escola, na conversas de bar, nas reuniões de família você está ativando constantemente quem? O seu soldado da luz buscando valores humanos de profundo respeito crítica e auto-crítica ou o seu arauto ladrão das trevas que quer apenas se dar bem na vida e ostentar a imagem do bom moço?
4 de setembro de 2009
TEMA DA SEMANA (01 - 07/09) - PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS: PARTICIPAÇÃO DA LEITORA ANDREA SOUSA SOBRE O DEPOIMENTO DE JOSÉ NELSON

Cada indivíduo diante das suas singularidades tem os seus limites, afinal somos seres humanos. A maneira pela qual superamos estes limites é que faz toda diferença.
Observamos que boa parcela de infelicidade das pessoas é causada pela incapacidade de lidar proativamente com as próprias emoções. Isto nos impõe limites:não experimentamos, não perdoamos, não ousamos. Aprender e superar limites consiste em experimentar as inadequações da vida, afinal elas estão em todo lugar, e na maioria das vezes são geradas pelas nossas escolhas, como também pelos condicionamentos que somos submetidos.
Às vezes passamos por situações difíceis que não sabemos o por que. Ficamos limitados procurando nos justificar, aprisionados nesta téia invisível de lamentações e não conseguimos ir adiante... É claro que precisamos acolher as nossas imperfeições, mas devemos tirar proveito do que a vida nos ensina.
É claro que uma situação de acidente ou de perda traz todo um transtorno. Não é fácil "levantarmos a poeira e darmos a volta por cima". Nos sentimos arruinados, destruídos, limitados. Esta forma de nos reerguemos faz toda a diferença. Vimos este depoimento de Nelson que nos deu uma lição de vida.
O que nos incapacita é a acomodação que nos limita, são as amarras do preconceito, dos rótulos, da inabilidade de aceitar o outro o jeito que ele é, e de nos aceitarmos como somos.
Permita-se, não deixe que os limites impeça a sua capacidade de viver...
2 de setembro de 2009
TEMA DA SEMANA (01 - 07/09) - PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS: DEPOIMENTO DE JOSÉ NELSON
Para refletir melhor o tema "PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS" trouxemos o depoimento do José Nelson, como forma de ampliar a nossa percepção para uma questão que, infelizmente, ainda somos limitados em compreender e por isso acabamos por rotular os "limites" do ser humano a condição física. Aliados a isto, propomos a reflexão para as "necessidades especiais" que coloca todos nós, na condição de seres humanos. Confira!
TEMA DA SEMANA (01 - 07/09) - PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS: Comentário sobre o depoimento de José Nelson
Nós da Diversidade Integrada, na semana em que tematizamos "Portadores de Necessidades Especiais", entrevistamos o José Nelson, um ser humano fantástico, estudante de psicologia, que não fez de sua limitação física, uma limitação para vida.
Em relato, o Nelson nos disse, que sua limitação física tem limites, o que nos deixa a interrogação sobre o que "realmente nos limita?".
Nelson relatou que, como qualquer pessoa, possui outras limitações, que não são físicas.
Confira o depoimento dele e questione-se: Quais as minhas limitações e quais as minhas necessidades especiais?
Como havíamos colocado antes, todos nós independente de nossas limitações, temos necessidades especiais - afeto, respeito, dignidade, inclusividade, entre tantas outras que representam a nossa condição humana.


A Diversidade Integrada agradece ao Nelson sua valiosíssima contribuição e coragem e faz um convite a você, leitor, a exemplo do Nelson, compartilhar experiências e refletir juntos a Diversidade, que nos representa.
Em relato, o Nelson nos disse, que sua limitação física tem limites, o que nos deixa a interrogação sobre o que "realmente nos limita?".
Nelson relatou que, como qualquer pessoa, possui outras limitações, que não são físicas.
Confira o depoimento dele e questione-se: Quais as minhas limitações e quais as minhas necessidades especiais?
Como havíamos colocado antes, todos nós independente de nossas limitações, temos necessidades especiais - afeto, respeito, dignidade, inclusividade, entre tantas outras que representam a nossa condição humana.


A Diversidade Integrada agradece ao Nelson sua valiosíssima contribuição e coragem e faz um convite a você, leitor, a exemplo do Nelson, compartilhar experiências e refletir juntos a Diversidade, que nos representa.
1 de setembro de 2009
TEMA DA SEMANA (01 -07/09) - PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS
Propomos uma reflexão coletiva a cerca de nossas limitações. Quais são?
Entre tantas, talvez uma seja comum a todos nós, a limitação perceptiva, que nos impedem de conceber a experiência humana como uma multiciplidade de possibilidade dentro das "aparentes limitações"
Propomos mais um questionamento: Quais são minhas necessidades especiais?
Veja o vídeo e viva-o, quem sabe respostas surgem a medida em que você se encontre no outro.
Entre tantas, talvez uma seja comum a todos nós, a limitação perceptiva, que nos impedem de conceber a experiência humana como uma multiciplidade de possibilidade dentro das "aparentes limitações"
Propomos mais um questionamento: Quais são minhas necessidades especiais?
Veja o vídeo e viva-o, quem sabe respostas surgem a medida em que você se encontre no outro.
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