30 de agosto de 2009

TEMA DA SEMANA (24 - 31/08) - RESPEITO A DIVERSIDADE SEXUAL - BEAUTIFUL


lá no vídeo True Colors (postado neste blog) o Marcelo nos fez refletir dizendo: "Como as cores do arcoíris são os seres humanos. Somos diferentes e belos no conjunto. Cada um tem sua individualidade, mas também aspectos comuns, que nos tornam semelhantes.É essa singularidade de manifestar "as cores que estão na natureza" do seu jeito que desencobrem para o mundo a sua beleza! Vc é gordinho(a)? Você é gay? Você é magra(o), você é surda(o) você é nerd? você é medico(a)? você é faxineiro(a)? você é mãe? Isso te impede de ser feliz? te impede de se sentir você? porque? tá infeliz...porque você está querendo ser um só é isso? Lamentável ser um só! alguém é só gordo(a)?, é só faxineiro(a)? só médica(o)? o que diz seu coração sobre a rota da sua felicidade? diz q isso te impede de distribuir amor? ou é você que quer se encaixar em padrões e represar sua beleza? médico(a), faxineiro(a), magro(a), gordo(a), preto(a), branco(a), pobre ou rico(a)...quem bom! somos humanos!!! porque você é muito mais que isso...aí a beleza da vida!Distribua amor, dê amor!!!as adversidades e preconceitos, que tanto nos amarguram e que muitas vezes não queremos engrentar podem tão só serem mecanismos dos valores culturais que nos levam a auto-sabotagem fazendo percebermos a vida pelo filtro dos outros e negarmos para nós e para os outros o quanto somos bonitos!! Pense nisso! ABRA-SE PARA SENTIR E DOAR O AMOR! NÃO IMPORTA SE REGRAS E CONVENÇÕES SOCIAIS TENTAM TE DIZER O CONTRÁRIO: NOSSA ESSÊNCIA HUMANA É MARAVILHOSA!





tradução de trecho da música
Não importa o que façamos (não importa o que façamos)Não importa o que digamos (não importa o que digamos)Somos a canção dentro da melodia (yeah, oh yeah), cheia de bonitos errosE onde quer que formos (e onde quer que formos)O sol sempre brilhará (sol sempre brilhará)E pode ser que amanhã acordemos no outro ladoPorque nós somos bonitos, não importa o que eles digamSim, palavras não vão nos abalar, oh nãoNós somos bonitos de todas as maneirasSim, palavras não podem nos abalar, oh nãoEntão não me abale hoje

28 de agosto de 2009

TEMA DA SEMANA - RESPEITO A DIVERSIDADE SEXUAL

LÍVIA: ALÉM DO QUE PODEMOS PERCEBER

Devido ao Tema da Semana, continuamos a postar conteúdos como estes. Confira!


Depois das cenas chocantes do vídeo anterior. Continuamos pretendendo impactar vocês de forma a provocar-lhes a reflexão.

O vídeo que apresentamos agora foi no mínimo revelador. Não acham?
Pois este é o resultado de um ser humano, visivelmente, amado incondicionalmente e aceito como se é por fora e por dentro.

Lívia não carrega os estígmas que marcam travestis, transsexuais, homossexauis e bis.
Sua expressão é leve e sua voz forte ecoa emoção.
Ela expressa por fora como se é-estar por dentro.
Sua fantástica mãe dá provas, em suas palavras que aceita e ama Lívia como se é-estar e isto fez e faz toda diferença.

Fazemos um convite a vocês: Questione sua percepção!
A exemplo de Lívia somos todos nós - Muito além do que podemos perceber.

Marcelo Bhárreti.

27 de agosto de 2009

Ensaio Temático Para Próxima Reflexão: Portadores de necessidades Especiais



Qual são as suas limitações?

Existem limitações que são perceptíveis, outras não.
Quem tem dificuldade de locomoção, de visão, audição, etc possui o tipo de limitação que é visível, mas as nossas questões mais íntimas?
Nossos medos, fobias, neuroses, nossas limitações intelectivas e sentimentais?
Estas não seriam também limitações?

Se entretanto nos questionarmos sobre quais são as nossas necessidades especiais, talvez perceberíamos que todo mundo tem necessidade de respeito, afetividade e de seu lugar ao sol.

Pense nisto!

Marcelo Bhárreti

26 de agosto de 2009

Homofobia, Medo, violência, polícia e ladrão: A influência dos preconceitos e a falta dos laços de fraternidade no (des)entendimento da (In)Segurança Pública.

Veja os links:

http://diversidadeintegrada.blogspot.com/2009/08/homofobia-medo-violencia-policia-e.html - parte1

http://diversidadeintegrada.blogspot.com/2009/08/homofobia-medo-violencia-policia-e_16.html
parte 2

http://diversidadeintegrada.blogspot.com/2009/09/reflexao-sobre-nosso-desentendimento.html parte final
parte final


parte 3


Antes de reduzir as questões ao universo policial, vamos lembrar que estes homens e mulheres que trabalham na nossa segurança pública são indivíduos criados em escolas e lares como todos os demais. Desde criança somos bombardeados por informações e noções de Segurança baseada na vingança, no ódio e no extermínio. Desde os desenhos animados, passando por programas de humor indo até os noticiários cenas reais ou fictícias de assassinatos banalizam o ato de matar. Também na infância começamos a ser alimentados e nos alimentar de conceitos anteriores (pré-conceitos) oriundos dos adultos. São os mais velhos que nos ensinam sobre o que é ser mulher, o que é ser homem, o que é ser negro, o que é ser surdo, o que é ser doido, o que é ser cego, o que é ser homossexual, o que é ser rico, o que é ser pobre, o que é ser gordo, o que é ser magro.

Na postura de vida e na luta pela sobrevivência dos adultos encontramos a base de valores sociais que vão influenciar nosso desenvolvimento. A maior parte do tempo tudo acaba por nos estimular a lutar por riqueza, beleza e poder. Felicidade passa a ser sinônimo de um bom lugar de onde tirar dinheiro (que vai desde o emprego formal até o ilícito), ter um carro na garagem (ao menos), uma casa e pessoas para servi-lo (a). Assim muitos entendem ter dinheiro ou fama como o grande objetivo da vida. Daí farão qualquer coisa pra obtê-los. São metas e valores colocados como verdade absoluta a maneira de “viver a vida” vira quase uma “hipnose coletiva”.Será que esta “hipnose” contribui subliminarmente para um ser humano olhar para o outro como se o outro fosse um objeto? Que valores de mundo e que postura de vida alimentam o ódio ao próximo? Em nosso estado, que valores são cultivados no imaginário social que disseminam violência.?

Enquanto não entendermos que a batalha pela paz se dá no campo das idéias os preconceitos continuarão como armas invisíveis alimentando exércitos de soldados sedentos para usufruírem de riqueza material fácil à custa do sangue dos “inimigos”. Um levantamento publicado pela Folha de S. Paulo mostrou que Sergipe ocupa o 10º lugar no ranking de homicídios no país. Aqui, no ano passado a média foi de 26,9 assassinatos por 100 mil habitantes. Ao realizar em nível municipal e estadual as conferências de segurança pública o poder público demonstra que está aberto a discutir seriamente o assunto com a sociedade civil e demonstra que percebe a necessidade urgente de refazer suas políticas na área.

Recentemente o Secretário Nacional de Segurança Pública Ricardo Balestreri diz ser necessário que os gestores ajam mais com “cérebro e neurônios” do que com “fígado e bílis” e acrescentou: “o senso comum nos pressiona o tempo inteiro para combatermos truculência com truculência. Não somos românticos e sabemos que segurança pública também é feita com repressão, mas com repressão qualificada. E não deve ser este nosso foco central, mas sim ações de prevenção, a inteligência e o pensamento estratégico ”.

25 de agosto de 2009

O que mais te choca?

NOTÍCIA - PARADA GAY EM ARACAJU

EM BUSCA DE VISIBILIDADE


No próximo final de semana, dia 30 de agosto de 2009, acontece em Aracaju a exemplo de outras localidades do mundo, mais uma Parada Gay.
O próposito geral do evento é a visibilidade social de seres humanos, erroneamente, colocados a margem social e injustamente estigmatizados.
Tratados como sub-humanos, muitos vestem-se dos estigmas sociais e sentem-se, de maneira geral como "bichos". As "bichas" são termos pejorativos criados para sub-humanizar todos aqueles não-heteros.
É justo lutar por visibilidade, mas fundamental o reconhecimento íntimo, que passa pela resignifacação do "eu". Quem eu sou? Perguntemos antes de mais nada e lutemos cada um de nós pelo nosso lugar ao sol.
Levantemos a "Bandeira da Diversidade" e lutemos por humanidade.

Marcelo Bhárreti

22 de agosto de 2009

ESTIGMA DA PROMISCUIDADE - DESABAFO DE UMA VAQUINHA





Na enquete da semana perguntamos quem seria mais promíscuo.
Hoje estamos trazendo um desabafo de uma "vaquinha" para que reflitamos os efeitos dos estigmas nos estigmatizados.
Antes de vermos a "vaca" noutrem, olhemos a vaca em nós mesmos!
Perguntemos o que estamos fazendo com ela e antes de negá-la e projetá-la noutrem, pensemos se poderíamos integrá-la, ajustando-a a nossa personalidade.
E lembremos que quando não nos aceitamos como somos-estamos, tendemos a sub-humanizar nossos aspectos e projetá-lo fora, como algo não nosso.
Ora estigmatizamos, ora vestimo-nos dos estigmas.

HISTÓRIA DE UM MENINO GAY






SEXO - Onde está a promiscuidade



A sexualidade é algo inerente aos amimais.
Alguém já ouviu falar em algum animal promíscuo?
Entrentanto, a espécie humana possui valores sociais que não são universais, dependem do tempo, espaço e cultura.
A sexualidade não é algo natural?
Natural e singular. O que significa que existe um ritmo próprio para cada um. O que deveríamos refletir, entretanto é:
1. O que diz a minha natureza ?
2. Quais são as minhas necessidades naturais e sociais?
3. Como consciliar uma coisa e outra?
Pense nisto!
Viver melhor consigo mesmo e com o outro é um desafio constante.
Negar a si mesmo é um problema.
Tomar consciência do ser-estar faz parte de nosso processo de crescimento.
Rever valores, conceitos e paradigmas é sempre um bom caminho.
Questione e questione-se!
Talvez a "promiscuidade" do outro é sua!
E o que é mesmo promiscuidade?
Não dê respostas rápidas para questões importantes!
Seja-esteja você sempre e mame nos peitos da cabritinha lhe der vontadade. E dai!?

19 de agosto de 2009

TEMA DA SEMANA E ENQUETE


Hoje nós inauguramos um novo momento neste blog। Vamos destacar um assunto na semana como forma de tentarmos ir mais fundo nas discussões e reflexões। Também será uma oportunidade para percebermos os mais diferentes olhares existentes sobre uma temática।


Na prática vamos experimentar ver a diversidade de olhares que podem existir para um mesmo assunto e poderemos desta forma, verificar quais são as semelhanças e diferenças que eles guardam entre si. Assim, quem sabe, poderemos complementar nossos raciocínios e sentimentos a partir de valores, opiniões e até experiências que serão narradas pelos outros sujeitos que participarão do debate. Ao observar a variedade, o mosaico de possibilidades estaremos sendo convidados a rever conceitos e valores e até mesmo de reafirmá-los a partir de novos argumentos e raciocínios. Nesta semana o tema é muito polêmico e vai compor a nossa enquete que ficará no ar disponível para votação. Promiscuidade. O que é ser promíscuo? Como esta tendência se manifesta? Quem é mais promíscuo? Promiscuidade está só associada ao sexo? respostas para estas e outras indagações sobre este tópico nós teremos aqui no blog. E queremos além de saber sua opinião na enquete que vc nos envie sugestões de textos, filmes, artigos e músicas que possam ter relação com o tema e nos ajude a entender a complexidade que envolve ações promíscuas.


Na enquete você responde a pergunta: Quem você acha é mais promícuo?
1 -os heterossexuais 2- os homossexuais 3- bissexual 4- outra alternativa (escreva)

16 de agosto de 2009

True Colors


O que torna o arcoíris tão encantador?
As diferenças de cores.
Entretanto não há um limite exato e perceptivo que consigamos distinguir onde começa e termina cada cor.
Como as cores do arcoíris são os seres humanos. Somos diferentes e belos no conjunto. Cada um tem sua individualidade, mas também aspectos comuns, que nos tornam semelhantes . Pense nisto!

Marcelo Bhárreti

Homofobia, Medo, violência, polícia e ladrão - II

Vamos a segunda parte da nossa reflexão!!
Nela observaremos o que existe de comum entre um fato ocorrido na praia de Atalaia em Aracaju, Sergipe e a época da Ditadura. Também vamos tratar de um tópico muito debatido nas últimas décadas que é o uso do aparelho policial de Estado para engendrar e promover a violência e a discriminação. Vale a pena continuar a leitura!!






Autor da foto: João Bacellar, Brasil BR
site:
http://www.pontosdevista.net/


Homofobia, Medo, violência, polícia e ladrão: A influência dos preconceitos e a falta dos laços de fraternidade no (des)entendimento da (In)Segurança Pública - II

Conheça as outras partes desta reflexão:

http://diversidadeintegrada.blogspot.com/2009/08/homofobia-medo-violencia-policia-e.html -parte 1

http://diversidadeintegrada.blogspot.com/2009/08/homofobia-medo-violencia-policia-e_26.html - parte 3

http://diversidadeintegrada.blogspot.com/2009/09/reflexao-sobre-nosso-desentendimento.html - parte final


parte 2
Passados 45 anos do Golpe Militar (exatamente dia 31 de março de 2009), uma “infeliz coincidência”, que lembra a violência física e psicológica destes tempos ocorreu. Em uma área da Atalaia definida, por alguns, como “gueto gay a céu aberto”. Durante a noite, policiais iniciaram um procedimento de abordagem a suspeitos causando correria e pânico nas areias da praia. A operação foi iniciada com tiros. Em seguida, as pessoas foram submetidas a um “baculejo” a base de tapas e/ou gritos. Os indivíduos abordados foram expostos à execração pública (com adjetivos pejorativos proferidos em alto e bom som) e questionamentos. As perguntas feitas estavam relacionadas à honestidade e a sexualidade dos indivíduos.

A abordagem foi um “estopim” para mobilização de alguns setores da sociedade civil. Essa e outras abordagens policiais agressivas constam num relatório, entregue recentemente às autoridades da Polícia Militar. O documento foi feito por instituições que fazem parte de um Fórum Permanente de discussões e ações chamado “Balcão de Direitos” (que semanalmente se reúne no centro de Combate a Homofobia). Logo depois de receber oficialmente os relatos, o comando da PM manifestou às entidades que reprova abordagens violentas e/ou homofóbicas e colocou a disposição de punir estas atitudes e atuar promovendo cursos para evitar comportamentos baseados em violência e preconceito por parte dos policiais.

A Constituição brasileira não estimula e nem justifica tortura e violência física de nenhuma forma. Porém, idéias, princípios, posturas sociais (individuais e coletivas) preconceituosas e sectaristas impedem a liberdade e o respeito às diferenças e continuam vitimando seres humanos dentro e fora das famílias, corporações militares e instituições civis. Paradoxalmente estas idéias ainda estão presentes na legislação brasileira e em códigos de conduta impedindo a “materialização da vontade constitucional” em nosso cotidiano. Estatutos e códigos militares possuam valores mais atrelados à ditadura que à democracia.
A instituição policial em seus estatutos estimula o respeito às diferenças? ou será que até suas regras alimentam preconceitos e violentam psicologicamente mulheres, homens e gays? Um coronel gay, um policial civil gay, um bombeiro gay como é visto pelos seus colegas? É visto pelo desempenho profissional ou pelo exercício da sexualidade? (se é que é visto)। O que aconteceria se um comando defendesse ser pago pensão ao companheiro de um policial morto em serviço? Ele encontraria amparo legal para tanto? Será que um policial que é gay ao ver seus colegas batendo em outros gays não se sente violentado?

14 de agosto de 2009

Homofobia, Medo, violência, polícia e ladrão-I

Vocês estão convidados a fazerem uma reflexão sobre a relação entre os preconceitos e a violência do cotidiano. De que maneira o sistema cultural e social produz ideolgias e práticas cotidianas que influenciam para o aumento da insegurança de seus cidadãos? Até que ponto os "cidadãos de bem" são realmente de "bem"? Como nós podemos ter posturas cotidianas que contribuam para criar um ambiente social de convívio coletivo pacífico em meio as diferenças? Usando como exemplo os preconceitos enfrentados pelos homossexuais em seu cotidiano estamos convidando você a pensar sobre estes e outros pontos relacionados a temática da (IN) SEGURANÇA PÚBLICA. O texto será apresentado em 4 partes! Boa leitura!

Homofobia, Medo, violência, polícia e ladrão:
A influência dos preconceitos e a falta dos laços de fraternidade no (des)entendimento da (In)Segurança Pública.

parte 1

Este ano a iniciativa Governo Federal de organizar a I Conferência Nacional de Segurança Pública, mobilizou diversos setores em volta da temática. Em Sergipe, a Prefeitura de Aracaju realizou nos dias 29 e 30 de maio a etapa municipal deste processo e nos dias 29 e 30 de Julho foi realizada a etapa estadual. As deliberações ocorridas aqui vão subsidiar os debates em Brasília de 27 a 30 de agosto. Nos dois eventos foram gerados documentos contendo princípios e diretrizes de ação elaboradas a partir de sete eixos temáticos escolhidos pelo governo federal para pautarem as discussões nacionalmente. Entre os eixos estavam: controle social e externo, integração e federalismo; financiamento e gestão da política pública de segurança; valorização profissional e otimização das condições de trabalho; repressão qualificada da criminalidade, prevenção social do crime e das violências e construção da cultura de paz.

A temática em questão é muito relevante e a partir dela podemos verificar avanços e retrocessos no processo de construção de uma sociedade em que o respeito às diferenças estará incorporada ao cotidiano e as ações mais simples. Afinal, não faz muito tempo, em nome da garantia da “Segurança” do povo, os brasileiros tiveram diversas liberdades individuais e coletivas reprimidas. Refiro-me aqui aos anos “Anos de Chumbo da Ditadura Militar” que subtraíram a livre manifestação em diversos setores. Além de tomar os poderes através das armas, militares e civis, interessados em controlar a população, propagaram discursos e ideologias preconceituosas a cerca de grupos e linhas de pensamento para impedir ameaças aos seus interesses de domínio.

Assim, qualquer atitude coletiva ou individual que fizesse alusão à liberdade política, a contestação de valores relacionados aos costumes e a liberdade sexual deviam ser reprimidos. “Basta lembrar que uma edição da revista Realidade foi apreendida na época por publicar os resultados de uma pesquisa a respeito da situação da mulher contemporânea no Brasil. Igualmente a revista IstoÉ publicou uma matéria sobre a vida homossexual nas grandes cidades que tinha na capa a foto clássica de duas mãos dadas masculinas e também foi apreendida. Eram temas que por mais inofensivos que possam parecer para imprensa de hoje, provocavam a ira do sistema”.

Veja a continuação nos links:

http://diversidadeintegrada.blogspot.com/2009/08/homofobia-medo-violencia-policia-e_16.html - parte 2

http://diversidadeintegrada.blogspot.com/2009/08/homofobia-medo-violencia-policia-e_26.html - parte 3


http://diversidadeintegrada.blogspot.com/2009/09/reflexao-sobre-nosso-desentendimento.html - Final

8 de agosto de 2009

PERFEIÇÃO

A perfeição é uma utopia, um referencial no infinito onde devemos nos orientarmos.

Marcelo Bhárreti